Ele falou em tom misterioso: — Causa. Está revirando tudo aqui.
— Então por que não vai lá e a toma de volta? — Diego perguntou, cheio de dúvidas.
— Você age de maneira tão dura no mundo dos negócios, por que na vida sentimental parece um inútil?
Ele não conseguia entender os pensamentos de Lorenzo.
— Você é muito lento para tomar atitude, é isso?
Ele claramente se importava, mas não fazia qualquer menção de agir.
— Não me diga que você está preocupado com o seu orgulho? — Sondou.
Lorenzo não respondeu. Apenas recostou-se na cadeira com um olhar pesado.
Ao ver aquela reação, Diego teve certeza de que acertou.
— Cara, você está preocupado com orgulho numa hora dessas?
Diego riu de indignação. — A outra pessoa está quase conquistando ela completamente, e você só se preocupa com o seu orgulho bobo?
— Vocês estão no período de reflexão e você vai usar o tempo só para refletir?
— Não tem medo que sua esposa desapareça de vez no meio da reflexão?
Deus, Diego sentia como se a sua própria visão de mundo estivesse sendo abalada.
É como uma pessoa tranquila enquanto quem se importa está desesperado atrás dela.
Ele estava quase pulando de agonia, mas o protagonista permanecia impassível.
Estava falando até a boca secar e o outro ignorava completamente.
Ele respirou, e forçou-se a manter a calma.
Bufou com frieza: — Continue fingindo, logo você vai acabar chorando.
— Do que vocês estão falando?
Uma voz gentil soou de trás, e Diego rapidamente mudou sua expressão para uma forçada: — Ah, falávamos de como a vista daqui é boa.
— É mesmo?
Débora segurou o vestido e sentou ao lado de Lorenzo. — Lorenzo, o que você está olhando?
Vendo que ele não responderia, ela seguiu o olhar dele e viu a figura toda de preto.
Marisa.
Seu sorriso congelou.
Por que era ela de novo?

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