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Renascida em Chamas: O Adeus de Serena Alves romance Capítulo 361

Com a dor, o estilete na mão de Seu Souza caiu no chão com um baque.

Murilo Vieira, que observava atentamente cada movimento de Seu Souza e Serena Alves, já estava pronto para agir.

Ele se lançou para frente, puxando Serena Alves para trás de si para protegê-la.

— Está pedindo para morrer!

Seu Souza, com dor e raiva, tirou um canivete automático da cintura e o cravou em direção ao peito de Murilo Vieira.

O olhar de Murilo Vieira se aguçou.

Ele não hesitou em levantar a mão para bloquear o golpe, enquanto se virava para empurrar Serena Alves para mais longe.

Com um som úmido, o canivete rasgou o braço de Murilo Vieira.

O sangue jorrou instantaneamente, manchando sua manga preta.

As pupilas de Serena Alves se contraíram e ela gritou.

— Murilo Vieira!

Murilo Vieira, no entanto, parecia não sentir nada.

Com um soco, ele atingiu o rosto de Seu Souza.

O nariz de Seu Souza sangrou e ele cambaleou para trás.

Endrick Castro ordenou imediatamente.

— Ajam!

Vários policiais avançaram rapidamente, imobilizando Seu Souza no chão e colocando-lhe as algemas.

Os policiais levaram Seu Souza embora, e a crise finalmente terminou.

Serena Alves correu para o lado de Murilo Vieira.

Vendo o sangue que não parava de escorrer de seu braço, seus olhos ficaram vermelhos instantaneamente.

— Como você está? Dói muito?

Ela queria tocar, mas tinha medo de machucá-lo, então apenas o olhava ansiosamente.

Murilo Vieira afagou o cabelo dela com a mão, um sorriso leve nos lábios, sua voz ainda gentil.

— Não foi nada, apenas um pequeno ferimento.

Seu rosto estava um pouco pálido, mas seu olhar permanecia firme.

Ele se aproximou de Serena Alves e fez uma reverência profunda.

— Srta. Alves, desculpe. Eu acreditei nas mentiras de Márcia Nunes e quase a prejudiquei.

Serena Alves olhou para ele, com emoções complexas nos olhos: ressentimento, resignação, mas, acima de tudo, alívio.

— Já passou. Você está seguro agora.

Pedro Barbosa ergueu a cabeça, respirou fundo e finalmente tomou uma decisão.

— Márcia Nunes queria me matar para me silenciar. Ela não é uma boa pessoa. O acidente de carro da sua mãe, de fato, teve a ver com ela.

— Se precisar, posso testemunhar a seu favor.

— Eu realmente tenho a gravação daquele ano. Gravei sem querer e a escondi na casa do meu primo.

Um brilho de esperança passou pelos olhos de Endrick Castro.

— Onde está seu primo?

Pedro Barbosa disse, palavra por palavra, com clareza.

— Meu primo está em Cidade M. O endereço exato é...

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