Enzo franziu ligeiramente as sobrancelhas e, de repente, abraçou-a com força, apoiando a mão grande na nuca dela, pressionando o rosto dela contra o peito.
Antes que Helena conseguisse se debater, ouviu a voz cheia de raiva vindo dele.
— Você a ofendeu?
A voz de pânico e medo da governanta veio de trás: — Senhor Enzo, não fiz isso!
Helena Martins empurrou o peito dele, querendo sair do abraço.
Mas ele simplesmente não a soltou.
— Não fez? Por que ela chorou? — Ao repreender a empregada, ele segurou o queixo de Helena de repente e ergueu o rosto dela, encontrando seu olhar lateral frio e descontente.
Ele ergueu a outra mão para secar as lágrimas dela, mas continuou repreendendo a empregada: — Você é ousada demais, ousa questionar a minha esposa?
— Senhor Enzo, estou sendo injustiçada! Não sei o que aconteceu com a Sra. Helena! — A governanta gritou baixinho.
Helena Martins aproveitou a chance para afastar a mão de Enzo, deu um passo para trás, abrindo distância. Só então ele pareceu perceber as emoções dela e olhou para ela.
— Tirem-na daqui. — A voz dele soou leve.
O segurança atrás dele avançou imediatamente, agarrou a governanta e a arrastou para fora.
A governanta implorava em voz baixa: — Sra. Helena, diga alguma coisa...
Helena Martins não gostava dessa governanta, mas também não queria ser injusta com ela.
O culpado era claramente ele!
Ela não queria falar com ele, queria sair dali imediatamente.
Mas, ao pensar em Valentim Rossi e no próprio trabalho, reprimiu a vontade e disse em voz baixa: — Ela não fez nada de errado.
Enzo lançou-lhe um olhar demorado. — Então por que você está chorando?
Helena Martins ergueu os olhos repentinamente, encarou Enzo com raiva nos olhos e tentou questioná-lo, mas uma voz forte e vigorosa soou da sala.
— Enzo!
A Dona Rossi estava muito descontente.
Enzo olhou para o segurança, e o segurança soltou a governanta imediatamente.
A governanta curvou-se aterrorizada: — Obrigada, Jovem Mestre. Sra. Helena, por favor, entre.
Helena Martins hesitou por um momento, e logo teve a cintura abraçada pela mão grande dele.
Ela empurrou a mão dele e seguiu a governanta para dentro da imensa sala.
Ao ver a cena, Maya veio ao encontro e abraçou o braço de Enzo: — Enzo.
Helena Martins desviou o olhar e deparou-se com o olhar afiado e astuto da Dona Rossi.
— Sente-se. — falou a Dona Rossi.
Helena Martins acenou para a Dona Rossi e sentou-se no sofá.
Enzo tirou a mão dos braços de Maya, caminhou para sentar-se ao lado dela, e depois de sentar, abraçou-lhe a cintura com o braço.
Helena sentiu um incômodo no peito no mesmo instante, tentou levantar-se apressadamente, mas teve a cintura firmemente presa por ele.
Os lábios quentes dele encostaram no ouvido dela. — Helena Martins, que birra é essa toda?
A voz estava tão baixa que só ela podia ouvir.
Ela entrelaçou as mãos firmemente nas pernas, virou o rosto para o lado e o evitou.
— Você é o herdeiro da família Rossi, o casamento é um grande evento, como pode ser tão apressado.
— Acho que devemos noivar em 10 dias e fazer o casamento daqui a um ano, o que acham? — A Dona Rossi os interrompeu. — O que me dizem?
Ao ouvir isso, Helena Martins suspirou aliviada e, olhando para a expressão séria da Dona Rossi, até achou-a simpática e adorável, e acenou com a cabeça.

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