Entrar Via

Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 3

LEAH HAMPTON

— Casar? — A palavra saiu da minha boca num sussurro incrédulo. Afastei-me um centímetro, apenas o suficiente para encarar o rosto de Markus. — Você está me pedindo em casamento? — Insisti, sentindo meu coração bater um ritmo irregular.

— Na verdade, estou sondando o terreno. — Ele respondeu, a voz rouca e baixa. Markus soltou uma das mãos da minha cintura para afastar uma mecha de cabelo do meu rosto. — Não precisamos nos casar agora. Nem precisamos correr para o altar amanhã. Podemos ter um noivado longo. Cinco anos, se você quiser. O tempo que for necessário para você se sentir segura.

Um sorriso lento começou a curvar meus lábios.

— Se a pergunta fosse séria... — Comecei, ficando na ponta dos pés para roçar meu nariz no dele. — Se houvesse um anel, ou mesmo se fosse só uma promessa verbal feita na cozinha... a resposta seria sim.

— Sim? — Ele sussurrou.

— Sim. Eu me casaria com você. Em cinco anos ou cinco minutos.

— Então eu farei um pedido oficial em breve. Prepare-se.

— Eu vou esperar. — Prometi, passando os braços pelo pescoço dele.

— Mas enquanto o anel não vem... — Ele apertou minha cintura, puxando-me para mais perto, eliminando qualquer espaço entre nós. — Eu tenho um pedido imediato. O que acha de vir morar comigo definitivamente?

Suspirei, fingindo ponderar, embora a decisão já tivesse sido tomada no momento em que ele me deu a chave da sua casa.

— O apartamento... — Murmurei, olhando para o teto. — não quero me desfazer dele

— Alugue. — Ele rebateu rapidamente. — Alugue ou mantenha vazio. Não me importa. Eu só quero que você não more mais lá. Eu quero que sua casa seja aqui.

Fiz uma pausa dramática, mordendo o lábio inferior para esconder o sorriso, enquanto via a ansiedade brilhar nos olhos dele. Eu já tinha a resposta há semanas. Desde a primeira noite que dormi aqui, meu apartamento parecia apenas um depósito de roupas, não um lar.

— Tudo bem. — Falei, vagarosamente. — Eu me mudo.

Markus não respondeu com palavras. Ele rosnou, um som baixo e gutural de aprovação, e num movimento rápido, abaixou-se e passou o braço por trás dos meus joelhos, me erguendo do chão.

Soltei um gritinho de surpresa, rindo, e instintivamente entrelacei minhas pernas ao redor da cintura dele, cruzando os tornozelos nas suas costas.

Markus tirou a camiseta e a jogou longe. A pele dele estava quente, os músculos tensos sob a iluminação suave dos abajures. Ele me empurrou suavemente até que a parte de trás dos meus joelhos bateu no colchão, e eu caí sentada na cama.

Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, ficando na minha altura.

Sem pressa. Ele beijou meu pescoço, mordiscando a pele sensível sob a orelha, fazendo meu corpo arquear involuntariamente. Suas mãos subiram pelas minhas coxas, empurrando o tecido do moletom para cima, expondo minha pele.

— Minha. — Ele sussurrou contra a minha garganta, a barba roçando e causando arrepios deliciosos. — Você é minha.

Seu polegar deslizou para dentro do cós da calça, a palma quente acariciou meu ventre. Fechei os olhos e deitei, entregue à sensação.

Markus subiu na cama comigo e os dedos dele desceram mais, ultrapassando o elástico da calcinha de renda. Ele traçou a linha da virilha, provocando, antes de deslizar os dedos para onde eu estava úmida e esperando por ele.

— Aaahh... — O gemido escapou dos meus lábios, alto e sem vergonha, vibrando no quarto silencioso.

Markus sorriu contra a minha pele, sentindo minha reação, e aprofundou o toque, reivindicando-me da única forma que importava naquele momento. Enquanto me desfazia sob as mãos dele, eu soube que já estava em casa.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!