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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 3

MARKUS BLACKWOOD

O colchão cedeu sob o nosso peso quando a depositei no centro da cama, seguindo seu corpo imediatamente. Não houve pausa para recuperar o fôlego, nem momento de hesitação.

Leah puxou minha camiseta pela gola, forçando minha boca contra a dela.

— Vamos pular as preliminares... — Ela murmurou contra meus lábios, as mãos descendo para o cós da minha calça de moletom. — Garanto que não preciso de preparação.

— Eu pretendia ser mais educado. — Murmurei, mordendo o lábio inferior dela e puxando até que ela arfasse. — Mas farei a vontade da dama.

Fiquei de joelhos sobre ela, minhas pernas ladeando seus quadris. A visão dela ali, deitada naquela posição, nos meus lençóis... era a visão mais bonita e erótica que eu já tinha tido. E saber que ela era minha namorada, oficialmente, apenas intensificava a posse que queimava no meu sangue.

Tirei minha camiseta num movimento rápido, jogando-a em algum lugar no escuro do quarto. Em seguida, minhas mãos foram para a camiseta dela. Leah levantou os braços obedientemente, e eu deslizei o tecido por sua cabeça.

Porra... ela não estava usando sutiã.

O ar silvou por entre meus dentes. Sei que ela queria ir direto ao ponto, mas aqueles mamilos endurecidos estavam implorando por um pouco de atenção.

— Linda. — Sussurrei, com a voz áspera. — Você é linda demais.

Baixei a cabeça, ignorando a impaciência dela, e tomei um seio na boca. A reação dela foi imediata. Leah arqueou as costas, saindo do colchão, um gemido alto e sem vergonha escapando de sua garganta. Minha língua trabalhou o mamilo, circulando-o e provocando, enquanto minha mão descia para o meio das pernas dela, acariciando por cima do tecido.

— A calça... — Ela pediu, as mãos agarrando meus ombros e suas unhas cravando na minha pele. — Tira, Markus.

Afastei-me dela apenas o suficiente para lidar com o jeans. O zíper desceu com um som rasgado. Puxei o tecido pelas pernas dela, levando junto a calcinha que ela usava.

Quando ela ficou completamente nua, exposta e vulnerável diante de mim, senti meu controle oscilar perigosamente.

Livrei-me da minha calça de moletom e da boxer num segundo. Minha ereção saltou, pesada e dolorosa, exigindo alívio, exigindo ela.

Estiquei o braço para a gaveta da mesa de cabeceira. Meus dedos encontraram a caixa de preservativos que eu tinha colocado lá estrategicamente uns dias atrás.

— Deixa eu fazer isso.

Leah sentou-se na cama, ficando de joelhos diante de mim. Pegou o pacote prateado da minha mão e o rasgou com os dentes. O som do plástico rompendo foi obsceno no silêncio do quarto.

Observei, hipnotizado, enquanto as mãos dela, aquelas mãos de cirurgiã capazes de salvar vidas, agora se dedicavam a me destruir. Ela deslizou o látex sobre mim com uma lentidão torturante, os dedos roçando a base sensível e os olhos fixos nos meus, enquanto exibia um sorriso provocador.

— Pronta? — Perguntei, segurando os quadris dela, trazendo-a para mim.

Ela baixou os quadris.

Lentamente. Centímetro por centímetro.

Vi o rosto dela se transformar. Os olhos se fecharam, a boca se entreabriu, a cabeça caiu para trás. Vi o momento exato em que eu a preenchi completamente. Ela soltou um suspiro longo e trêmulo, acomodando todo o meu comprimento dentro dela.

— Deus... — Ela gemeu, apoiando as mãos no meu peito para se equilibrar. — Você é tão grande...

— E você é tão apertada. — Respondi, minhas mãos subiram para segurar a cintura dela, firmando-a. — Tão quente. E perfeita.

Leah começou a se mover.

Não era um ritmo frenético. Era um balanço sensual e controlado. Ela subia quase até a ponta e depois descia com força, engolindo-me inteiro. O atrito era enlouquecedor. A sensação de tê-la no controle, de vê-la sentindo prazer com o meu corpo, era uma droga potente.

Minhas mãos subiram da cintura para os seios dela, apertando e moldando a carne macia. Leah inclinou-se para a frente, o cabelo criando uma cortina ao redor dos nossos rostos, isolando-nos do resto do mundo.

— Isso é reconciliação? — Ela perguntou, ofegante, roçando os lábios nos meus a cada descida.

— Se for... — Empurrei o quadril para cima, encontrando a descida dela com força, fazendo-a engasgar. — ...eu quero brigar com você todo dia.

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