Entrar Via

Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 2

ELIZABETH WINTER

Enquanto sua boca me devorava, suas mãos ágeis foram para a minha cintura na intenção de remover meu short. Suas mãos encontraram o cós e em um movimento brusco, ele o puxou e minha calcinha de renda branca foi junto. Chutei meus pés para me livrar deles e em segundos, eu estava nua da cintura para baixo.

— Deita — ele ordernou, mas não esperou. Uma mão grande e quente pressionou meu peito, e ele me empurrou para trás.

A mesa era, como eu suspeitava, comicamente curta.

Minha bunda estava na borda, mas meus ombros e cabeça foram para o ar, pendendo para fora.

As pontas do meu cabelo varreram o chão. O sangue correu instantaneamente para minha cabeça, fazendo o mundo girar. A visão que eu tinha era do teto e da luz fluorescente do escritório. Era desorientador e incrivelmente excitante.

Ouvi o som áspero de seu zíper descendo, o barulho soou alto no escritório silencioso e o senti parado entre minhas pernas abertas.

— Envolva-as em mim. — Eu obedeci, minha cabeça ainda pendurada, o sangue latejando em minhas orelhas. Levantei minhas pernas e as enrolei em sua cintura, prendendo-o. Me sentia completamente aberta para ele.

Alex agarrou meus quadris com força, me puxando para a borda da mesa. Eu podia sentir a ponta dele, quente e molhada, roçando contra mim, e então ele se enterrou.

Um único golpe.

Eu gemi. Minha nuca bateu levemente na borda. A posição era... profunda. Insanamente profunda.

Com metade do meu corpo mais baixo que meus quadris, ele estava me atingindo em um ângulo que fez o mundo inteiro ficar branco e me preencheu tão completamente que meus olhos reviraram.

Alexander começou a se mover. Rápido. Urgente. Sem sutileza. Com certeza acabaria comigo em quinze minutos.

Eu não conseguia ver nada. Só podia sentir. E o que eu sentia era ele, me fodendo com uma determinação desesperada que beirava a raiva.

Mas ele não estava satisfeito.

Eu o senti se afastar de mim, e então suas mãos grandes e quentes estavam na minha blusa. Ele a puxou para cima, com força e amontoou o tecido em volta do meu pescoço.

Meu sutiã também subiu apertando o topo dos meus seios.

Suas mãos cobriram meus seios, apertando-os com força, seus polegares encontraram meus mamilos e me arqueei na mesa, com um gemido estrangulado escapando de mim.

E então sua boca. Quente e molhada, sugou meu mamilo direito e seus dentes rasparam levemente.

Eu sufoquei um grito. Meu corpo inteiro se curvou para fora da mesa. O mundo se dissolveu em nada além da sensação de sua boca em meu seio e seu pau em minha boceta.

— Alex... porra...

— Alex... — ofeguei. — Eu vou...

Ele sentiu. Seu ritmo mudou e me segurou pelos quadris com mais força, se enterrando em mim, rápido, duro e impiedoso. Eu gemi seu nome, minha cabeça caiu para trás e meus braços fraquejaram. O orgasmo me atingiu. Meu corpo inteiro se contraiu ao redor dele. A visão dele gozando, seu rosto contraído em prazer, me levou ao limite.

O senti pulsar dentro de mim, quente e espesso, enchendo-me. Ele gemeu meu nome em meu pescoço, sua própria liberação o atingindo com força.

Estávamos ofegantes, cobertos de suor, no meio de relatórios de vendas amassados e canetas espalhadas na mesa e no chão. O cheiro de sexo preenchia o pequeno escritório.

Alex se afastou, apenas o suficiente para me olhar. Estava arruinado, assim como eu. Mas ele estava sorrindo.

Eu ainda estava preenchida por ele, meu corpo quente e pegajoso, minhas pernas ainda fracamente presas ao redor de sua cintura.

Ele olhou para baixo, para a poça de umidade e sêmen em nós, e depois para mim.

Um sorriso lento, exausto e totalmente arrogante se espalhou por seu rosto.

Ele se inclinou, seus lábios roçando minha orelha, sua voz um sussurro áspero.

— Você disse que sua calcinha estava molhada. E agora... sua boceta está encharcada com a minha porra. — Ele se afastou um pouco, enquanto eu o olhava em choque. Desde quando ele usa uma linguagem tão suja? — Não acho que ajudei muito no seu "probleminha".

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!