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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 2

ALEXANDER HAMPTON

Eu terminei de secar a última caneca e a guardei.

"Vou esperar por você no banho. Não demore."

Meu corpo estava dolorido. Minha cabeça estava confusa. Mas eu estava duro de novo. Só o pensamento dela, nua, no meu banheiro, esperando por mim...

Respirei fundo, desligando a máquina de café. Eu estava sendo ridículo, precisava me colocar limites. Mas era dificil quando ela ficava provocando. Aposto que seu corpo está cobrando um preço maior que o meu. Talvez devesse rejeitá-la hoje? É, isso mesmo, vou dizer que precisamos descansar.

Caminhei pelo corredor, parei na porta e a abri. O vapor me atingiu primeiro. E no meio de tudo, estava ela. Posando para mim.

Essa menina vai me dar um ataque cardíaco antes dos 40.

— E então...? — sua voz era um ronronar preguiçoso. — Limpou direitinho, Hampton?

— Sim, madame. — minha voz soou rouca. — Cada prato. Cada copo. Satisfeita?

— Por enquanto. — ela disse, e estendeu a mão para mim. — Você não vai ficar aí, vai? A água está perfeita.

Puxei a camiseta por cima da cabeça, jogando-a no chão, desamarrei o cordão da minha calça de moletom e a chutei para o lado, ficando nu na frente dela.

O sorriso malicioso dela se transformou em algo mais faminto. Seus olhos percorreram meu corpo, lentos e apreciativos, e eu senti minha pele esquentar.

Caminhei até ela e coloquei uma mão na parede atrás dela, me apoiando.

— Você está deliciosa, senhorita Winter. — eu murmurei, a centímetros de seus lábios.

— Eu sempre estou. — ela sussurrou de volta.

Então a beijei. Um beijo lento. Molhado. Tinha gosto de café e do cheiro de lavanda que nos cercava. E quando seus lábios se abriram sob os meus, foi uma rendição mútua.

Deslizei meus braços ao redor dela, um sob suas costas, o outro sob seus joelhos, e a levantei. Lizzy se agarrou ao meu pescoço enquanto a espuma escorria por toda parte.

— Para a banheira. — ela riu, jogando a cabeça para trás. — Cuidado para não me derrubar!

Com cuidado, me virei e entrei na água. Era escaldante. Quase quente demais. Eu me sentei, meus pés tocando a outra extremidade, a água subiu até meu peito e a reposicionei.

Lizzy estava de frente para mim, seus seios cobertos parcialmente pela espuma. Ela meio que exagerou no sabão...

— Isso... — ela sussurrou, passando o polegar pelo meu lábio inferior. — ...é muito melhor do que qualquer banho que já tomei.

— Vou ter que concordar.

Eu a beijei de novo. E de novo.

Perdemos a noção do tempo. O vapor nos envolveu, criando nosso próprio mundo privado. A espuma começou a se dissolver, revelando mais dela. Nossas mãos exploravam sob a água quente. As mãos dela estavam emaranhadas no meu cabelo, puxando-me para mais perto para beijos mais profundos.

— Vai sentir minha falta enquanto estiver fora?

Eu odiava o quanto a resposta era "sim". Alguns dias morando com ela me fizeram ficar tão apegado?

— Mais do que eu gostaria.

Seu sorriso suavizou. Ela parecia genuinamente satisfeita.

— Bom. Então temos que fazer este fim de semana valer a pena.

Suas mãos deslizaram dos meus ombros, descendo pelo meu peito, e mergulharam sob a água, me fazendo prender a respiração.

As mãos dela me encontraram e quase engasguei quando seus dedos envolveram minha ereção.

— Lizzy...

— Shh. Me deixa cuidar de você. — Ela olhou para baixo, através da água agora quase sem espuma e se moveu.

— O que você está fazendo?

Suas mãos guiaram meu pau, posicionando-o.

— Te convidei para um banho. — ela sussurrou. — Não achou que íamos apenas... lavar as costas um do outro, achou?

— Alex! — ela gritou, suas unhas cravaram em meus ombros.

Encontrei um ritmo. Rápido, profundo, primitivo. Eu podia sentir cada centímetro dela e podia sentir o ponto exato dentro dela que a fazia tremer.

Eu mirei nele. De novo e de novo.

— Você... é... incrível — eu disse entre estocadas, beijando-a.

Lizzy jogou a cabeça para trás, sua boca aberta em um "O" silencioso, o vapor grudando mechas de seu cabelo em seu rosto e pescoço. Ela estava quase.

Eu a observei. A visão dela, cavalgando-me, completamente perdida de prazer, seus seios subindo e descendo a cada respiração ofegante... foi o meu fim.

Eu podia sentir aquela pressão familiar se acumulando, rápido demais.

— Lizzy... Eu vou...

— Eu também...

Ela se inclinou para frente, seus seios esmagados contra meu peito, e me beijou com força, sua língua mergulhando em minha boca. Ao mesmo tempo, ela mudou seu ritmo, parou de cavalgar para cima e para baixo e começou a rebolar.

Um movimento circular, rápido e apertado, movendo seu clitóris contra a base do meu pau.

Meu cérebro desligou. Havia apenas sensação. Senti suas paredes internas se contraírem ao meu redor. Seu primeiro espasmo. Meus quadris deram uma última estocada poderosa para cima, enterrando-me nela o mais fundo que eu podia ir.

E então eu explodi.

A liberação foi tão intensa que minha visão ficou branca. Ondas e ondas de calor puro jorraram de mim para ela. Senti seu corpo inteiro se contrair ao meu redor, seu próprio orgasmo amplificado pelo meu, e ela mordeu meu ombro para abafar o grito.

Meu corpo inteiro ficou tenso, meus dedos cravados em sua cintura, e então... o nada.

Eu desabei. Caí para trás contra a banheira, minha cabeça bateu levemente na borda. Ela desabou sobre mim, trêmula e ofegante.

Lizzy levantou a cabeça. Seu rosto estava corado, seus lábios inchados e seu cabelo uma bagunça molhada.

Ela era a visão mais linda que eu já tinha visto.

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