ELIZABETH WINTER
— Amor, eu estou morrendo de fome. — Confessei.
Alex riu. Foi uma gargalhada alta e aliviada.
— É sério. Não comi nada o dia todo. Se eu não comer algo nos próximos cinco minutos, vou desmaiar na sua frente e arruinar o vídeo do casamento.
— Faminta. Claro. — Ele beijou minha testa. — Sra. Hampton, a primeira missão oficial do seu marido será garantir que se alimente.
— Por favor. — Pedi. — Pode ser qualquer coisa. Um canapé. Um pedaço de pão.
— Espere aqui um minuto.
Ele desapareceu por uma porta de serviço lateral. Fiquei ali, alisando a renda do meu vestido, olhando para os meus braceletes coloridos.
Dois minutos depois, Alex voltou. Ele trazia um prato de porcelana com uma pilha precária de mini-hambúrgueres gourmets, dois rolinhos primavera e um guardanapo.
— Eu interceptei um garçom. — Ele disse, triunfante.
— Você é meu herói. — Peguei um mini-hambúrguer e o comi em duas mordidas, gemendo de prazer.
Alex encostou na parede ao meu lado, pegando um rolinho primavera para ele.
— Continua linda em qualquer situação. — Ele disse, limpando um farelo do canto da minha boca com o polegar. — É por isso que eu te amo. — Ele me deu um selinho com gosto de ketchup. — Pronta para enfrentar a multidão? Damian deve estar ansioso para fazer o discurso constrangedor dele.
— Com o estômago cheio? Eu enfrento qualquer coisa.
Entramos na recepção.
O salão tinha sido transformado. As mesas estavam decoradas com candelabros altos e, sim, minha mãe tinha conseguido cisnes de gelo para a ilha de frutos do mar.
Fomos anunciados.
— Senhoras e Senhores, recebam Sr. e Sra. Hampton!
Entramos sob aplausos. Caminhamos até a pista de dança para a primeira dança.
A banda começou a tocar "The Way You Look Tonight".
Alex me envolveu em seus braços. Dançar com ele era fácil. Nossos corpos conheciam o ritmo um do outro depois de tantas danças ao redor do mundo.
— Você está feliz? — Ele perguntou, girando-me suavemente.
— O que você acha que vem agora? — Ele perguntou, olhando em volta.
— Apenas nossa vida. Alguns dias em que estaremos cansados e mal-humorados, outros em que nos questionaremos se somos dignos de tanta felicidade. Os dias em que buscaremos aventuras em outros lugares do mundo e os dias em que a maior aventura vai ser apenas decidir o que jantar ou quem vai trocar a fralda do bebê.
Alex virou o rosto para mim, surpreso pela menção de um bebê.
— Bebê?
— Hipoteticamente. No futuro. — Disse rapidamente. — Mas o que eu quero dizer é... a aventura não acabou. Construir uma vida, uma família, um lar... isso para mim é tão assustador e emocionante quanto pular de um avião. Talvez mais. Mas claro que ainda vou querer pular de aviões.
Alex sorriu.
— Você tem razão. E contanto que eu tenha você... eu topo qualquer coisa. Porque com você, Elizabeth Hampton, nada é realmente chato.
Ele tocou meu queixo, levantando meu rosto.
— Feliz décimo terceiro casamento, Sra. Hampton.
— Feliz décimo terceiro casamento, Sr. Hampton.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!