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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 165

DAMIAN WINTER

O som do seu "sim" foi a peça final se encaixando no lugar, o clique de uma fechadura abrindo um futuro que, até ela aparecer, eu nem sabia que desejava. As lágrimas que escorriam pelo seu rosto não apagavam sua beleza, ela era a mulher mais linda que existia no universo.

Deslizei o anel em seu dedo e ele pareceu encontrar seu lugar. Vê-lo ali, em sua mão, era uma marca. Minha. Ela era minha. E eu era irrevogavelmente, incondicionalmente, dela. Levantei-me e ela se jogou em meus braços. Seu beijo era salgado pelas lágrimas e doce por seus lábios. Agarrei-a pela cintura, puxando-a com força contra mim, tentando absorvê-la, fundir-me a ela. Cada fibra do meu ser vibrava com uma possessividade feroz e uma adoração sem limites.

— Eu te amo. — murmurei contra seus lábios, mostrando tudo o que ela me faz sentir.

— Eu também te amo. — ela respondeu,sorrindo, antes de me beijar de novo.

Com relutância, afastei-me o suficiente para guiá-la até a mesa. Durante o jantar, mal toquei na minha comida. Meu apetite era por ela. Observei cada gesto, desde a forma como seus dedos envolviam a taça de vinho, ao jeito que sua cabeça se inclinava ligeiramente quando ela falava. Stella é hipnotizante, e eu era o homem mais sortudo do mundo.

Quando o jantar terminou, dancei com ela ao som suave do violino, seu corpo se movendo em perfeita sincronia com o meu. Seu perfume, uma mistura de flores e da essência única que era só dela, estava me enlouquecendo. Cada segundo era uma tortura deliciosa, a espera pelo momento em que eu poderia tê-la por completo, sem ninguém ao redor, eu estava ansiando por isso.

— Está na hora de ir. — sussurrei, minha voz saindo mais rouca do que eu pretendia.

Ela assentiu, com os olhos sonhadores. Levei-a de volta para o carro, e enquanto eu dirigia pelas colinas, a mão dela encontrou a minha, nossos dedos se entrelaçando. Ela pensava que estávamos voltando para nossa casa. Mas eu tinha outros planos. Essa noite era nossa.

Quando entrei na rua do meu antigo apartamento, vi um lampejo de reconhecimento em seu rosto. Estacionei na minha vaga particular na garagem e desliguei o motor, virando-me para encará-la.

— Me trouxe para nosso antigo ninho de pecado, senhor Winter? — ela provocou, com um sorriso malicioso brincando em seus lábios.

Aquilo foi o gatilho. Uma onda de desejo, primitiva e avassaladora, me atingiu com força. Inclinei-me sobre o console, capturei seu rosto entre minhas mãos e a beijei com uma fome que vinha se acumulando não apenas por horas, mas por uma vida inteira.

— Ninho de pecado? Não, meu amor. — murmurei contra sua boca. — Eu te trouxe para o templo. E hoje à noite, você é a única deusa que será adorada aqui.

Saí do carro e fui até o lado dela, abrindo a porta. Ela mal teve tempo de se levantar antes que eu a pegasse no colo. Ela soltou um grito surpreso e riu, envolvendo os braços em meu pescoço.

— Damian!

— Damian... — ela sussurrou, fazendo um apelo.

Ignorei. Minha língua encontrou seu clitóris, e ela arqueou as costas, um gemido agudo escapando de seus lábios. Eu a devorei. Usei minha boca, minha língua, meus dedos, adorando cada centímetro dela. Provei seu sabor, memorizei cada som que ela fazia. Queria levá-la ao limite, queria que ela se despedaçasse para mim. Ouvi-la gemer meu nome, implorando, perdendo o controle, era a música mais fodidamente perfeita que eu já tinha ouvido. Ela gozou com um grito, seu corpo se convulsionando em minhas mãos, e eu engoli seu prazer, sentindo-o como uma vitória.

Antes que ela pudesse se recuperar, eu estava sobre ela. Segurei seu quadril com firmeza, alinhei meu pau duro e latejante na entrada de sua boceta molhada e quente.

— Olhe para mim. — ordenei. Seus olhos se abriram e se fixaram nos meus. — Eu te amo. — disse, antes de empurrar para dentro dela de uma só vez, preenchendo-a completamente e gemi de prazer junto dela.

Ela gritou, as unhas cravando em minhas costas. Fiquei parado por um momento, deixando-a se acostumar comigo, ambos ofegantes, nossos corpos finalmente unidos. Então, comecei a me mover. Devagar a princípio, depois mais rápido, mais fundo. O som de nossos corpos se chocando e nossos gemidos preenchia o quarto.

Eu a sentia se apertar ao meu redor, sentia o início de outro orgasmo se formando nela. Mudei o ângulo, atingindo o ponto que a fazia delirar, e a observei se desfazer mais uma vez. Vê-la gozar, sentir suas contrações pulsando ao redor do meu pau, foi tudo o que precisei para me deixar ir. Com um último impulso profundo e um gemido rouco, derramei-me dentro dela, com meu prazer explodindo em uma onda de calor ofuscante.

A felicidade que me inundou era tão intensa que chegava a doer. Esta mulher, esta família, este amor... é tudo que eu preciso. E passaria o resto da minha vida garantindo que seja tudo o que ela precisa também.

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