Ramon Domingos processou o trabalho em mãos sem parar até as dez da noite e não tinha terminado.
Ainda havia o responsável por um projeto com quem ele precisava se encontrar pessoalmente. Já que tinha prometido a Ana Rocha terminar o trabalho de Diana Batista, então o quanto Ana Rocha passasse, ele tinha que fazer.
— Diretor Ramon, diretor Huo e diretor Morgado já estão agendados. Ouvi dizer que se o senhor organizar um jantar, eles aceitarão felizes. — O assistente entrou e falou sorrindo.
Se Ramon Domingos organizava pessoalmente, não havia motivo para não participarem.
Originalmente, eles observavam as cooperações com o Grupo Batista porque a atitude de Ramon Domingos em relação a Ana Rocha era muito ambígua. Desta vez, Ramon Domingos marcou pessoalmente e todos ficaram surpresos.
Eles não sabiam ao certo qual acordo Ana Rocha e Ramon Domingos tinham, como de repente começaram a trabalhar juntos novamente.
Mas eles conheciam a capacidade de Ramon Domingos, e naturalmente não se podia ofender essa pessoa.
— Aquela Luana Viana ainda está no andar de baixo esperando por você. — O assistente falou baixinho.
Ramon Domingos olhou friamente para o assistente. — Você dirige na frente, eu dirijo sozinho.
Ramon Domingos fez o assistente afastar Luana Viana.
Ele não veria Luana Viana agora. Apenas empurrando Luana Viana para o desespero é que ela perderia as alternativas e se viraria contra o Mestre.
Isso seria vantajoso para ele e Samuel Palmeira.
O assistente assentiu e saiu.
...
Residência de Ramon Domingos.
Diana Batista encostou no sofá entediada, balançando o pé machucado. Sua cabeça vivia divagando, pensando que talvez em pouco tempo Maria Martins fosse morar ali.
Ramon Domingos saiu o dia todo e, quase meia-noite, não tinha voltado. Será que foi se encontrar com Maria Martins?

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Quando a Lealdade Não Basta, É Hora de Partir
Será que esse Livro irá continuar?...