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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 334

— Concordo com a decisão do diretor.

Olhando para o rosto banhado em lágrimas de Lisa Couto, Rafaela Ribas não sentiu um pingo de compaixão ou pena, sua voz era fria e impiedosa.

Colocando-se no lugar dela.

Se hoje não houvesse provas e fosse ela a ser pega "trapaceando", quem intercederia por ela?

Ninguém.

Além do mais...ela lhe deu uma chance.

Se não agisse agora.

No futuro, inúmeras outras "Rafaela Ribas" seriam incriminadas por ela, assim como ela intimidava os outros sem escrúpulos cinco anos atrás.

— Diretor, Professor Assis, estou de saída.

Dito isso, Rafaela Ribas desviou o olhar com indiferença e deixou o escritório do diretor sem expressão.

Observando a silhueta esguia e alta da garota, todos os presentes ficaram chocados, especialmente o diretor e o coordenador de série.

— Resolva isso o mais rápido possível. — O diretor massageou a testa, cansado, e olhou para o coordenador de série, dizendo friamente: — Se alguns professores regentes não são capazes de cumprir suas funções, demita-os imediatamente.

Essas palavras eram dirigidas ao Professor Brito.

O Professor Brito apertou os punhos, o rosto corado, desejando poder enfiar a cabeça no chão.

— Sim, senhor.

O coordenador de série respondeu cabisbaixo, sem ousar respirar fundo.

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Ao sair do escritório do diretor.

Sara Ribas ligou imediatamente para Felipe Ribas e sua mãe para contar sobre suas notas.

— Sim, fui muito bem. Desta vez, no processo seletivo especial, não devo ter problemas.

A garota tinha um sorriso radiante no rosto, uma pessoa completamente diferente daquela que estava chorosa e se culpando momentos antes.

*PLAFT* Sara Ribas ergueu a cabeça, com o rosto frio, pronta para questioná-la, quando recebeu um tapa violento no rosto.

O tapa foi tão forte que o rosto de Sara Ribas virou completamente, e sua cabeça zumbia.

Antes que pudesse se recuperar, foi subitamente levantada, agarrada pelo pescoço e pressionada contra a parede.

A respiração foi cortada, e a sensação de morte se aproximava gradualmente.

Sara Ribas ergueu a cabeça com dificuldade, deparando-se com um par de olhos injetados de sangue, sombrios e aterrorizantes.

— Acha que pode usar os outros para fazer seu trabalho sujo? Para quem você está fazendo essa cena? — Rafaela Ribas pressionou o pescoço de Sara Ribas, seu rosto delicado e bonito coberto por uma frieza glacial. — Pensou que, por ter encontrado um bode expiatório e escapado desta vez, tudo estaria resolvido?

Ela já a havia avisado de forma tão óbvia, mas não esperava que Lisa Couto fosse tão estúpida quanto há cinco anos, sendo usada como uma ferramenta por Sara Ribas.

— Me solta...

Sara Ribas se debatia desesperadamente, incapaz de respirar direito, seu rosto ficou vermelho pela falta de ar.

— Você me provocou repetidas vezes, realmente acha que eu não ousaria te matar? — Rafaela Ribas disse com uma voz preguiçosa e rouca, enquanto seus dedos se apertavam gradualmente.

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