Entrar Via

Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 253

Rafaela Ribas respondeu calmamente, lançou um olhar para a confusão e caminhou tranquilamente até Evelise Faria.

— Rafaela...

Observando a briga, Evelise Faria estava extremamente preocupada.

— Se eles não conseguem nem derrotar esses fracotes, então eles desperdiçaram dezoito anos de vida comendo à toa! — Rafaela Ribas deu um leve sorriso, colocou três dedos no pulso da Vóvó Faria e franziu a testa. — Leve sua avó para o quarto dos fundos primeiro, e não saiam, a menos que seja necessário.

— E vocês? — Evelise Faria segurou a mão de Rafaela Ribas. — Ouvi dizer que foi Marcelo Pereira quem os enviou, e há mais de dez pessoas esperando lá fora.

Se todos entrassem, Rafaela e os outros estariam em apuros.

Marcelo Pereira?

Ao ouvir esse nome, Rafaela Ribas ficou bastante surpresa.

Seu pai, Ruan Pereira, era um homem que sabia quando ceder e recuar.

Mas, ironicamente...

Ele gerou um filho tão imbecil!

Se ele queria brincar, então ela brincaria com ele até o fim, de uma vez por todas.

------

Depois de acomodar Evelise Faria e sua avó, Rafaela Ribas se virou.

Ela viu os cinco capangas deitados no chão, com os rostos inchados e machucados, gemendo de dor.

Eduardo Matos e Sidney Rocha se apoiavam na parede, ofegantes, mas, felizmente, não estavam feridos.

— Vocês... — O líder dos capangas limpou o sangue do nariz, olhou para os três com medo e disse, covardemente: — Sabem de quem nós somos? Se ousarem nos tocar, nosso chefe não os perdoará.

— BUM!

Eduardo Matos pisou no rosto do homem que falava, agachou-se levemente, cutucou sua cabeça com o bastão de ferro e riu friamente: — Quem? Diga-me, para que eu saiba com quem estou lidando!

Neste mundo, a única pessoa que o fazia tremer só de ouvir o nome era seu irmão mais velho.

Não, agora havia mais uma.

Rafaela.

— Marcelo Pereira, o jovem mestre do Grupo Pereira. O pai dele é uma figura poderosa que domina tanto o mundo legal quanto o ilegal, vocês não podem provocá-lo. — O capanga ameaçou em voz alta. — Nosso chefe está lá fora, já recebeu a notícia e logo trará reforços.

Ao ver os três, Marcelo Pereira soltou uma baforada de fumaça e riu friamente. — Já que estão todos aqui, vamos resolver tudo de uma vez.

Ele não temia a Família Matos. Seu pai podia ter medo, mas ele não!

— Rafaela Ribas, ajoelhe-se para mim. — Marcelo Pereira sentou-se no sofá, cruzou as pernas e ordenou com arrogância.

— E se eu não o fizer? — A garota ergueu uma sobrancelha, seus lábios se curvaram em um sorriso, e ela retrucou. — O que o Senhor Pereira pretende fazer?

— Quebrar suas mãos! — Marcelo Pereira olhou para Rafaela Ribas com ódio, cerrando os dentes a cada palavra. — E depois, acabar com você!

— Oh.

Rafaela Ribas endireitou o corpo, tirou o celular do bolso da calça, depois tirou o casaco e disse lentamente: — Liguem para o 192. A ambulância chegará bem a tempo.

— ???

Eduardo Matos e Sidney Rocha se entreolharam e disseram em voz baixa: — Rafaela, a briga nem começou, não precisa ter tanto medo assim, né?!

Marcelo Pereira sorriu com desdém.

Com medo da morte? Até já chamou a ambulância com antecedência!

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Poxa, Cara, Para de me investigar!