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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 196

O velho ficou muito agitado e começou a tossir de forma desconfortável. Vendo isso, Henrique Carneiro, com os olhos úmidos, imediatamente mandou trazer o remédio: — Pai, tome um pouco de remédio primeiro.

O Velho Sr. Carneiro enxugou as lágrimas e, ao olhar para o remédio de ervas escuro, franziu a testa.

— Eu já bebi de manhã!

— O senhor jogou o remédio fora de manhã, não pense que eu não vi! — Henrique Carneiro o desmascarou sem piedade.

O Velho Sr. Carneiro pareceu um pouco constrangido, olhou nervosamente para a garota ao seu lado e explicou apressadamente: — Eu bebi sim, pare de me caluniar na frente da minha neta.

Henrique Carneiro: ......

Os empregados da casa pareciam impotentes.

O velho senhor estava se tornando cada vez mais infantil com a idade. Achava o remédio amargo e várias vezes o jogava fora secretamente.

Felizmente, o senhor e a senhora o convenciam com paciência a tomar o remédio que faltava.

— Eu disse que não vou beber, levem embora, levem embora, não quero que o cheiro incomode a minha Rafaela.

A atmosfera ficou tensa, ninguém conseguia lidar com o velho senhor.

Nesse momento, Rafaela Ribas limpou as mãos e disse em voz baixa.

— Tio, pode me dar o remédio.

— Ah! — Henrique Carneiro, ao ser chamado de tio, estremeceu de alegria e imediatamente passou o remédio para Rafaela Ribas. — Boa menina, cuidado para não se queimar.

Rafaela Ribas pegou o remédio, seus dedos finos e brancos seguraram a colher, mexendo lentamente, e seus olhos estrelados se ergueram.

— Beba o remédio, vovô.

O Velho Sr. Carneiro hesitou por um momento, depois abriu a boca com alegria e bebeu o remédio obedientemente.

Em pouco tempo, a pequena tigela de remédio estava vazia.

— A dose não é suficiente? — A neta querida o alimentou pessoalmente, e o velho senhor queria mais. — Sirva-me outra tigela!

Todos os presentes: ......

A jovem senhorita era muito mais eficaz que o remédio de ervas.

Depois de beber o remédio.

O Velho Sr. Carneiro e Henrique Carneiro conversaram com Rafaela Ribas por um bom tempo.

Ela não falou, e tanto o Velho Sr. Carneiro quanto Henrique Carneiro se sentiram inseguros.

Ela não queria reconhecê-los?

— Rafaela, será que o vovô fez algo de errado, que te fez...

— Não. — Rafaela Ribas balançou a cabeça, seu tom era suave e respeitoso. — Vovô, eu tenho um lugar para morar lá fora, é muito seguro e perto da escola.

— Eu reconheço minha identidade, mas preciso de tempo para processar.

Mudar-se agora seria desconfortável.

Ao ouvir as palavras firmes e respeitosas de Rafaela Ribas, o Velho Sr. Carneiro franziu a testa, relutante em deixar sua neta ir.

— Eu virei sempre que tiver tempo, ou quando o senhor quiser me ver.

Ao ouvir a segunda parte, os olhos do velho senhor brilharam e ele concordou com relutância.

*Ploc--* A longan na mão de André Carneiro caiu na mesa, seu rosto expressando choque e raiva.

Aquela velha raposa com certeza deu uma poção do amor para a Rafaela!

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