NARRADORA
— Não grita, querida, sou eu…
Meridiana suspirou aliviada e se derreteu contra o peito largo do seu macho, como se estivesse sem ossos.
Tinha sentido tanta falta dele que já ia se virar para beijá-lo, mas lembrou que ainda estava “usando” o corpo da donzela.
— Espera… — se remexeu nos braços dele.
Rousse entendeu a intenção e a pegou no colo num segundo, ajeitando o corpo da mulher sobre a caminha.
—Não devo ficar muito tempo fora dela… tenho medo de que possa morrer a qualquer momento — disse com um suspiro, arrastando sua sombra para fora da moça, que respirava com uma lentidão assustadora.
— Tudo bem, mas eu não aguentava mais ficar sem te ver ou te beijar.
Rousse a abraçou assim que Meridiana se materializou.
Ele também havia deixado de lado aquela aparência feroz de morto-vivo e voltado a se parecer com o homem do passado.
Descobriu que podia alternar sua forma, o que era uma bênção.
Essa versão “bonita” ele só mostrava para a sua fêmea.
— Rousse… — Meridiana cantarolou feito um passarinho ao ser apertada pela cintura e beijada com paixão.
Os lábios frios do general se moveram famintos sobre a boca dela.
Rousse quase rugiu como uma besta desesperada, saboreando-a, enfiando a língua para encontrar a dela.
Sentia falta do gosto dela, do calor do corpo pequeno, das curvas das costas até chegar na bunda.
A apertou com força, mal conseguindo conter sua lascívia.
Fez com que ela envolvesse sua cintura com as pernas enquanto a colocava sentada sobre a penteadeira simples.
Meridiana arfava alto, tentando recuperar o fôlego.
Rousse desceu as mãos para encher os seios pequenos por dentro do decote do vestido.
Rolou o mamilo duro entre dois dedos e deu leves puxadinhas, do mesmo jeito que fazia com o lábio inferior dela entre os dentes.
Chupou e mordiscou, engolindo os gemidos de prazer.
Sentia o calor da boceta dela contra seu abdômen, com as pernas bem abertas para ele.
O cheiro da excitação subia por entre as camadas de tecido, chamando por ele.
De novo, aquela sensação deliciosa desceu pela espinha até sua rola, que ia endurecendo aos poucos.
Ela lhe dava sua magia negra sempre que podia, e Rousse a bebia como um doente terminal.
Funcionava — não só a aparência dele se parecia com a que tinha em vida, como seu pau também entrava para a festa dos “revividos”.
O general até já tinha se aliviado com algumas punhetas escondidas.
Ele levantou o vestido dela, explorando as coxas, contornando a pele macia e cremosa, indo direto até empurrar por cima da calcinha.
O êxtase de saber que ela o desejava tanto quanto ele a desejava o fazia tremer de tesão, de luxúria.
Mordeu com força o próprio lábio e pressionou um dedo no centro molhado por cima da lingerie.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Lycan e sua Tentação Sombria
Eu tava no 334 do REI LYCAN E SUA TENTAÇÃO SOMBRIA, resolvi voltar no capítulo anterior e agora, apresentando o bilhete hoje de cobrança mas num deixa abrir. Da erro...
Pq aqui nesse livro vc não pode voltar num capítulo que já leu?...
Comprei o capítulo e não consigo ler porquê?...
Eu queria continuar lendo...