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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 723

VICTORIA

Eu afundava meu rosto no pescoço dele, aspirando seu cheiro selvagem, lambendo as gotas de suor, sentindo o pulsar das veias sob minha língua.

Minhas pernas fechadas ao redor da cintura dele, minha bunda se sacudia pra cima e pra baixo enquanto eu aproveitava esse rapidinha selvagem.

Sentia as garras dele cravadas nos meus quadris e aquela lança grossa se afundando entre meus lábios.

Meu mundo inteiro tremia com os rugidos animais e contidos que ele deixava escapar no meu ouvido.

As cortinas balançavam cada vez com mais força, os golpes de Draco eram frenéticos.

Mal conseguia conter os gritos de êxtase.

O proibido, a adrenalina de fazer escondido, de transar em público… sempre é mais gostoso e te leva mais rápido ao orgasmo.

No meio do nosso frenesi, meus olhos nublados de desejo enxergaram, por uma fresta entre as cortinas, algo além das cobertas pesadas.

Uma sombra estava parada, nos espiando, ouvindo nossos gemidos de prazer.

Já que ela veio se torturar sozinha… então eu ia dar a ela um espetáculo completo.

Estiquei o braço e abri ainda mais a abertura.

Me agarrei ao pescoço do meu homem e chupei sua orelha enquanto olhava dentro daqueles olhos arregalados e cheios de lágrimas.

Uuu… então eu fiz mesmo a santinha chorar.

Vi nos olhos dela o reflexo do macho quente me fodendo contra a parede.

Minhas pernas nuas ao redor da cintura dele, seus quadris vigorosos me penetrando sem parar.

Todos os músculos das costas largas dele contraídos, o cabelo claro encharcado colado na nuca.

As calças presas nos tornozelos, quase nu, enterrando o pau no meu cuzinho molhado.

Gemia ainda mais alto, mais puta, e sem fingir nada.

Draco estava me devorando viva.

Mordeu minha clavícula e me enfiou até o fundo.

Meu corpo batia ritmado contra a parede atrás de mim.

O prazer sujo de ser observada me fez gozar como nunca.

— Mnnn, meu macho… Draco… ahhmnn…

Enterrei o rosto no vão do pescoço dele e apertei sua túnica com os punhos.

Minhas coxas tremiam com os espasmos dentro da minha boceta.

Esqueci da Celia, esqueci de tudo. Minha mente em branco com as ondas da libertação deliciosa.

Um rugido de fera explodiu contra meu peito, e o pau monstruoso dele pulsou dentro de mim.

O calor do gozo dele me encheu, escorrendo pra fora e pingando no chão.

Sibilávamos como dois pervertidos enquanto a orquestra começava a tocar no fundo, anunciando o próximo ato.

O cheiro de sexo e luxúria tomava conta do nosso camarote, onde só se ouvia nossa respiração ofegante.

Celia já tinha ido embora em algum momento… provavelmente enquanto o “objeto da obsessão” dela gozava dentro de mim.

Garotinha patética. Esse homem é meu.

— Agora você tá feliz? — a voz rouca de Draco sussurrou no meu ouvido.

Lambeu e chupou meu lóbulo, arrancando suspiros, acariciando minhas coxas e tentando recuperar o fôlego.

— E você tá feliz? — envolvi o pescoço dele e encarei seus olhos de lobo satisfeito. — Ou vai negar que seu pau ficou ainda mais duro sabendo que ela tava nos vendo?

Sussurrei contra os lábios masculinos dele.

— Acho que essa sua perversidade é contagiosa — ele respondeu com um sorriso cruel no canto da boca.

Puta merda… eu amo esse macho.

É óbvio que a Deusa criou ele só pra me foder… em todos os sentidos.

— Isso vai ter consequência… sua irmãzinha vai correndo chorar pra mamãe…

— Eu já falei com meu pai. Sei que você não curte muito eles, mas Vicky… eles são boas pessoas, só… não tiveram uma experiência muito “agradável” com vampiros.

Ele beija a pontinha do meu nariz tentando me convencer de que aqueles dois velhos macabros são o máximo.

Sem provas, Draco nunca vai acreditar na traição deles.

— Celia é só uma menina mimada. E sinceramente, eu até sinto pena dela se tentar te enfrentar — ele começou a rir enquanto me cobria de beijos.

— Você tá começando a entender — resmunguei, rindo das cócegas que a barba dele fazia.

— Não vou ter misericórdia de quem cobiçar meu senhor.

— Seu o quê? — ele ergueu a cabeça com um brilho satisfeito nos olhos.

— Que eu não vou ter piedade… — me fiz de sonsa tentando me soltar.

— De quem cobiçar o seu o quê…? — ele me empurrou de novo contra a parede e gemi no pescoço dele ao sentir o pau dele endurecendo.

— Eu já te disse…

— Quero ouvir de novo… o que eu sou pra você, Victoria? — ele rosnou dominante no meu ouvido enquanto suas mãos agarravam minha bunda sem pudor.

O vai e vem suave dos quadris dele começou de novo.

— Eu… Mmnn… não…

“Me chama de novo… sshh… diz o que eu sou pra você!”

Ele me pressionava junto com as estocadas.

O que começou como um joguinho estava virando contra mim.

Draco já não ligava se alguém olhasse pro assento dele e percebesse que ele sumiu.

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