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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 722

DRACOMIR

Eu sabia exatamente o que ela estava tramando.

Como não perceber, se ela nem fazia questão de disfarçar?

— Mmnn… sshh…

Com as mãos na boca e os dentes cerrados, eu tentava abafar os sons excitados que escapavam da minha garganta.

Meus olhos semicerrados de prazer viravam em branco enquanto olhavam para o palco.

Aquela cabeleira castanha subia e descia entre minhas pernas, e meu pau estava sendo chupado por aquela devoradora de sanidade.

“Vicky… sshhh… devagar, meu amor… porra… aah…”

Gemia desesperado na mente dela.

Os sons molhados, eróticos e abafados da sua boca ecoavam no escuro.

Minhas pupilas afiadas se fixaram naquele rosto lindo e corado.

Meu pau, brilhando de saliva e pré-gozo, entrava e saía cada vez mais rápido entre seus lábios vermelhos.

Eu me agarrava tão forte ao braço da poltrona que minhas garras saíram, deixando marcas na madeira.

— Mnnn… merda, Victoria… aah, que delícia, meu amor… — murmurei de olhos fechados.

Estava perdendo completamente o controle.

Minhas coxas estavam tensas, todos os músculos rígidos, suando.

Meus quadris lutavam pra não empurrar pra cima cada vez que a ponta do meu pau tocava o fundo da garganta dela.

A mão dela apertava a base, me massageando deliciosamente.

A poltrona rangia sob meus movimentos contidos.

Eu estava no limite, prestes a gozar, a encher aquela boca de creme.

A respiração acelerada dela caía sobre meu abdômen tenso enquanto me chupava com gula.

Qual homem resistiria a isso? Nenhum. E muito menos eu.

Minhas costas suadas se colaram ao encosto e joguei a cabeça pra trás, fechando os olhos.

Trinquei tanto os músculos da mandíbula que os dentes começaram a doer.

Todos os gemidos da minha mulher, somados aos sons imorais daquela boquete, me envolveram em luxúria e desejo.

E como um idiota, ainda tentei fingir que ninguém veria minha cara lasciva.

Que ninguém desconfiaria que eu estava recebendo uma mamada daquelas enquanto todos falavam idiotices sobre o teatro.

Ilusão minha.

Alguém sim estava olhando.

E sabia muito bem que era Victoria quem me dava prazer.

Nem olhei na direção da pessoa.

Minha fêmea estava mandando um recado — e por mais filho da puta que parecesse, eu não ia interferir.

Celia tinha espantado todas as amantes que já tive, e eu sabia disso, mesmo sem nunca ter dado abertura.

Pra mim, ela era como uma irmãzinha.

Antes não ligava. Eram só mulheres que passavam pela minha cama por uma noite.

Mas Victoria é diferente. Ela é minha companheira.

“Aahh, vou gozar… grrr, Vicky, vou gozar… mnnn mais rápido, chupa mais rápido… sshh… porra, isso, isso…!”

Perdi o controle e comecei a rugir na mente suja dela.

A boca dela me sugava com tanta força que achei que ia engolir meu pau inteiro.

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