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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 705

ROUSSE

O momento estava chegando, e a boceta dela se contraía cada vez mais, à beira do êxtase.

"Rousse, eu não aguento… tá gostoso demais… não para, aaah, não para…!"

Ela arqueou as costas, suada, enfiando o rosto no travesseiro.

"Goza pra mim, bebê… não se segura… sshhh… me dá tudo, gostosa…"

Como se estivesse esperando a minha ordem, aquela pepeca virgem explodiu num gozo que embriagou todos os meus sentidos.

Eu engoli e lambi como um tarado, chupando alto no escuro, sem vergonha nenhuma.

Continuei acariciando o clitóris dela até o fim, sentindo o corpo todo dela tremer e o grito abafado se perder contra o travesseiro.

Meus olhos semicerrados observavam ela por cima do monte de Vênus…

Deusa… obrigado por me deixar viver isso.

Chupei até a última gota, limpei ela com a língua.

Ofegando também, mesmo sem precisar de ar.

No meio do cheiro de sexo, de desejo descarregado e com Meridiana se recuperando, algo surreal aconteceu comigo.

Olhei pro meu pau, surpreso… e até assustado.

Não podia ser o que eu tava pensando…

Um volume pequeno marcava no couro apertado da minha calça.

Eu tava sentindo o pau!

Achei que meu tesão fosse só psicológico, mas ele tava lá.

Pelo menos uma resposta mínima.

Até senti umas gotas de líquido escorrerem.

Que porra é essa?!

Será que foi pela estimulação? Pela vontade insana que eu tinha de transar com ela?

A magia que ela me deu ainda ardia nas minhas veias, mas agora tinha descido direto pro sul, provocando uma reação no meu pau.

—Rousse… eu fiz algo errado?

A vozinha dela, insegura, me trouxe de volta.

Eu tava parado, feito um idiota, olhando pro volume na minha calça.

—Não, pequena… claro que não… vem aqui.

Ela tava cobrindo os seios com o vestido, e as pernas encolhidas.

Me inclinei logo e a abracei, deitando com ela no colchão que rangeu com nosso peso.

A apertei contra meu peito, nossas pernas se entrelaçando.

Nunca agradeci tanto por uma cama ser tão apertada.

—Foi tudo perfeito… Deusa, foi mais que perfeito… Pra você também foi bom?

Acariciava as costas dela, e a outra mão deslizava pela coxa nua.

—Nunca imaginei que fosse tão bom… tão… pervertido…

Ela confessou, se enfiando toda entre as abas da minha camisa.

E aqueles lábios, que eram puro pecado, começaram a beijar minhas cicatrizes.

—Você nem imagina a quantidade de coisas sujas que eu quero fazer com você —confessei sem filtro.

A essa altura, não adiantava mais fingir ser cavalheiro.

Peguei a perna dela e a joguei por cima do meu quadril, sentindo o calor da boceta dela contra o couro da minha calça.

221. SÓ PARA MIM 1

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