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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 653

NARRADORA

Ela abriu mais as pernas e se agarrou na moldura da janela, cravando as garras na madeira, resistindo às investidas do macho enorme curvado atrás dela.

Seu cabelo foi agarrado em um punho, dominada, com as costas arqueadas e as nádegas batendo ritmadamente contra o abdômen duro e contraído.

Drakkar e Khalum estavam mais selvagens do que nunca, dominando-as por completo, transando de pé e contra a janela aberta.

Lyra e Aztoria se entregaram a eles enquanto se deixavam montar sob o céu como testemunha.

“Eu, Drakkar, apenas um selvagem ignorante da selva, imploro à mulher que amo que me aceite mesmo sem eu ter nada... Lyra, minha vida ou minha morte estão em suas mãos... o Coração da Besta só pode pertencer a você.”

No meio do turbilhão de paixões, Lyra escutou as palavras mais lindas do universo.

Os sentimentos sinceros de Drakkar e Khalum invadiram como um vendaval, entrelaçando-se à sua alma.

Com os olhos de prata marejados, ela aceitou sua proposta de acasalamento.

“Eu te aceito, meu lobo amado. Vou te dar tanto amor que você nunca vai se arrepender de ter me escolhido.”

Selando seu amor, Lyra sentiu o corpo poderoso do seu homem se colar às suas costas.

A língua quente lambeu sua nuca com deleite, e ela estremeceu sob as estocadas implacáveis de Drakkar.

Uma mão enorme cobriu sua boca para abafar os gritos excitados ao ser mordida fundo na nuca.

Os caninos afundaram em sua pele macia, imprimindo o selo de Khalum, unindo seus corações de uma forma que ninguém jamais poderia separar.

As pupilas de Lyra brilharam refletindo a luz da Deusa, que iluminou com lindos reflexos sobre eles, como se lhes desse sua bênção.

Enquanto vibrava em um orgasmo poderoso, a névoa do prazer nublava seus sentidos.

A voz de Khalum ressoava em sua mente, dizendo o quanto a amava, que ela era a criação mais perfeita, seu presente ideal.

“Eu também te amo loucamente, meu lobo selvagem... você é meu, desde a primeira vez que te vi…”

O doce aroma do sangue ancestral atiçou seu olfato, ela abriu a boca e bebeu da força do seu homem.

Seu corpo balançou mais duas ou três vezes até sentir o rosnado feroz de seu companheiro em suas costas, lambendo sem parar a marca.

— Ggrgggrr — Drakkar estava nas nuvens.

Enterrou seu pau nas profundezas daquela boceta deliciosa que vibrava ao redor dele.

Seus testículos pulsavam, liberando sua carga quente que encheu com força o interior da sua Lyra.

O desejo instintivo de engravidá-la com seus filhotes dominava sua mente, e junto com isso veio o nó grosso e devastador.

O gemido da sua fêmea não demorou a chegar, e Drakkar passou do êxtase à preocupação.

“Amor, vou te carregar.”

“Drakkar, espera... ahh, porra! Até quando isso vai engrossar?!”

Lyra suava frio. Desejo e dor, luxúria e incômodo.

— Abre mais as pernas, meu amor... mais... mais, Lyra...

— Vou cair, bebê!

— Eu te seguro... nunca vou deixar você cair...

Drakkar beijou seu pescoço, se agachando com ela.

A situação até parecia uma comédia.

As coxas de Lyra completamente abertas, agachada, aliviando a pressão, até que se sentou sobre Drakkar no chão.

Líquidos turvos e brancos escapavam do ponto de união, a "rosa" estava completamente aberta, atravessada por um nó grosso e avermelhado.

169. O CORAÇÃO DA BESTA É SEU 1

169. O CORAÇÃO DA BESTA É SEU 2

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