— Tudo bem.
Gregório ergueu o queixo, observando o interior do restaurante.
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Assim que Celeste chegou à saída da viela.
Viu Laura saltar do carro. Ao avistá-la, a menina abriu um sorriso largo e correu em sua direção: — Mamãe!
Celeste agachou-se de imediato, amparando o pequeno corpo da criança nos braços.
— O que acha de a mamãe te levar a outro restaurante hoje? Este aqui não tem mais mesas disponíveis. — Celeste acariciou o rosto da menina, num tom doce e persuasivo.
Laura lançou um olhar de pena para o interior da viela.
Mas assentiu de forma obediente: — Não faz mal, nós voltamos na próxima vez.
Celeste suspirou de alívio.
David verificou o celular antes de se aproximar. Tendo o cuidado de escolher as palavras na frente de Laura, perguntou: — Eles estão aí?
Juliana acabara de lhe enviar uma mensagem no WhatsApp.
E ele só tinha visto naquele momento.
Celeste concordou com um aceno mudo de cabeça.
David sentiu na hora uma pontada de aborrecimento.
Ele afagou os cabelos de Laura e começou a procurar por outras opções de restaurantes.
Celeste permaneceu agachada, ajeitando o cabelo da menina.
Não muito longe dali.
Gregório tornara a sair pela porta do restaurante.
Após dar alguns passos.
Deparou-se, de forma inesperada, com aquela cena.
Celeste estava agachada em frente à criança, refazendo pacientemente a pequena trança lateral com movimentos gentis e cheios de intimidade. Em seguida, ajeitou o chapéu lilás na cabeça da menina e, virando levemente o rosto, ofereceu a bochecha com um sorriso terno.
Mesmo àquela distância, ele pôde ver com clareza a bela covinha que se formou no rosto dela.
A garotinha, compreendendo a deixa, abraçou o pescoço de Celeste e plantou-lhe um beijo estalado.
Ela e a criança estavam banhadas pela luz alaranjada e quente do poste de iluminação.
— De quem é essa menina? — Urbano sentiu que a cena feria os olhos.
Teria Celeste se esquecido da própria posição? Ficar andando por aí com outro homem e uma criança, brincando de casinha para satisfazer os próprios desejos? Ela não conhecia o conceito de decência?
O olhar de Gregório escureceu ainda mais.
Naquela exata fração de segundo.
A criança pareceu sentir que estava sendo observada.
E virou a cabeça para olhar em sua direção.
Foi apenas um relance.
Mas Gregório conseguiu ver o pequeno rosto com clareza.
As memórias invadiram a sua mente de forma instantânea.
Era a mesma garotinha que esbarrara nele no jardim de infância não muito tempo atrás...
Impelido por um motivo desconhecido, ele contraiu as sobrancelhas de maneira inconsciente.
Movido pelo instinto, pôs-se a caminhar a passos largos e diretos em direção a elas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Estou só chorando 😭😭😭😭😭...
Essa autora não tem um pingo de respeito pela Celeste, esmaga até o último resquícios de humanidade dela, só valoriza a amante. Misericórdia dá ódio de ler esses livros onde as amantes tem tudo e anda de cabeça erguida....
Top demais eu nunca li u livro tão bom assim, parabéns autora👏👏👏👏👏...
Meu pressentimento estava correto esse Vinícius não vale nada nem o que o cachorro enterra...
Porque demora tanto a atualizar?...
Por ser um romance,a autora não trás o romantismo,a história não tem um beijo,um abraço.pra mim é uma história sem ápice.Autora dê mais clímax a história....
Que tudo!!!! Esse capítulo autora😎👏👏👏👏👏...
Torcendo pela restauração da família Celeste Gregorio e Laura ❤️❤️❤️...
Não gosto do Vinícius esse cara não me passa confiança que Celeste passe longe dele...
Vai ser uma sacanagem se essa autora mudar a personalidade do Vinicius para ano final dar ela pra o Gregório que claramente é um homem que não apoiou ela nos momentos de maior necessidade como o nascimento da filha, inventa uma situação pra justificar as atitudes dele....