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Meu Príncipe, Meu Alfa romance Capítulo 12

'F*da-se', ele uivou.

Então, no próximo segundo, ele a puxou para seus braços e deu um beijo em seus lábios macios.

Se ele pensava que tinha sentido o fogo queimar ele na primeira vez que as mãos dela roçaram as dele, então isso agora era o próprio inferno.

Seus lábios estavam colados aos dela. Ele beijou, chupou o lábio inferior dela, mordeu-o ocasionalmente. Cada vez que Roxanne gemia contra seus lábios, Lancelot sentia uma nova onda de excitação brotar dentro da sua barriga.

Ele tinha beijado muitas mulheres na vida. Mas nenhuma jamais o consumiu como ela, os lábios de nenhuma mulher jamais o deixaram ansiando por mais, rezando por mais.

Suas mãos estavam entrelaçadas uma na outra. Os dedos de Roxanne puxaram o seu cabelo loiro, bagunçando as mechas com gel.

Seus beijos se esquivaram dos lábios dela até a sua orelha esquerda. Ele beijou, lambeu e chupou o lóbulo da sua orelha suavemente.

Roxanne gemeu, a cada carícia que seus dedos desenhavam, a cada beijo que ele plantava em seu pescoço, ela sentia sua calcinha ficar ainda mais úmida. Ela ansiava por seus lábios nos dela.

As mãos de Lancelot seguraram a curva da sua bunda enquanto cravava os dentes em sua nuca.

"Lance", ela sussurrou contra sua orelha esquerda. Ao ouvir o nome dele escapar dos lábios dela, os olhos de Lancelot escureceram. Uma nova onda de desejo percorreu pelo seu corpo.

Ele estava Louco. Louco de desejo, louco de necessidade de ter ela. E ela era a causa disso.

Nunca, nunca Lancelot Dankworth quis tanto uma mulher quanto a queria neste momento.

Exasperada, Roxanne segurou a barrinha de sua camisa preta. Lancelot se afastou dela, olhando para o lugar onde as mãos dela agarravam a camisa dele.

Quando ele olhou para o rosto dela, os olhos dela estavam fixados em seu peito. Seus olhos estavam demostrando necessidade. Ela olhou para a beleza do seu corpo, os pelos escuros de seu peito deslizando pelo peito, Roxanne queria passar as mãos por eles, queria tocar, sentir e provar cada centímetro do corpo dele.

Ela começou a desabotoar os outros botões da camisa. Os olhos escuros de Lancelot continuaram a observá-la.

Ele ficou parado, ele iria deixá-la fazer tudo isso com ele. Ele estava impotente contra seu aperto sensual. Ele a queria tanto, ele a queria mais do que ela o queria, ele iria deixar ela tirar seu precioso tempo.

As mãos dela viajaram até os ombros dele enquanto seus olhos violetas encontraram os azuis marinhos dele. Ela mordeu o lábio inferior suavemente, um gesto que fez Lancelot ficar com p*u duro.

Ela tirou a camisa dele, puxando as mangas pelos braços. Ele continuou a observando enquanto ela assumia o controle da situação. Ele estava gostando disso, cada pedacinho disso.

Ela jogou a camisa para longe, ambos ignoraram o caro pedaço de tecido que tocou o chão de mármore.

Roxanne beijou os lábios dele novamente, inclinando-se para ele. Seu peito nu roçou em seus seios doloridos. Louca de desejo, ela pegou a mão esquerda dele e a colocou nos seus s*ios. Os olhos de Lancelot se arregalaram contra o rosto dela. Ela estava mais do que ansiosa para dar a ele. Ele daria tudo o que tinha e receberia tudo o que ela estivesse disposta a oferecer.

Roxanne parou o beijo e olhou para ele. Com um sorriso no rosto, ela o empurrou pelo peito, até que suas costas bateram na dura parede de tijolos vermelhos polidos.

Como uma mulher era tão submissa e tão dominante ao mesmo tempo? Ele não sabia. Francamente, ele não se importava. A cada segundo que se passava, ele ficava mais ansioso para ver o que ela estava disposta a dar a ele, e o que ela gostaria de receber.

Roxanne fixou o olhar em seu peito bem esculpido. Seus olhos analisaram os seus oito abdominais bem definidos. O suor fazia seu cabelo escorregar e grudar na pele.

Ele era um deus grego ambulante. Uma escultura viva, respirando e caminhando de Artemis.

Como esse homem pode ser tão bonito assim?

Ela não sabia, mas ela teria todo o seu corpo essa noite. Ela tocaria cada parte dele como se fosse a última vez; na verdade seria a última vez.

A ideia fez com que os olhos de Roxanne se suavizassem. Ela se inclinou para mais perto dele e passou a língua sobre o mam*lo esquerdo dele.

Fogo, loucura, raiva e desejo.

Ele sentiu todos os quatro de uma vez quando ela mordeu suavemente seu mam*lo esquerdo.

Ela estava tomando conta de todos os seus pontos fracos. Até então, Lancelot nunca havia percebido como seus mam*los eram sensíveis. Nenhuma mulher jamais havia prestado tanta atenção neles antes.

Ele estava gostando, ela sabia que sim, pela forma que ele gemia em cima dela. Bom, muito bom.

Ela se abaixou e começou a dar beijos em seu peito, parando acima de sua cintura.

Apenas uma vez, ela arriscou dar um olhar para ele. Seus olhos lhe deram a resposta que ela precisava.

Seu olhar voltou para sua cintura enquanto ela se ajoelhava diante dele. Enquanto espalhava beijos abaixo do umbigo dele, ela tirou o cinto de sua cintura, antes de abrir o zíper da calça dele.

Cheia de desejo, ela puxou a calça até os joelhos, expondo seu p*u duro contra a cueca preta. Roxanne ficou brevemente impressionada com seu comprimento.

Quando sua calça caiu até os tornozelos, ele chutou a calça para longe deles. Ele se preocuparia em saber onde estavam as suas peças de roupas mais tarde. Agora, havia coisas mais importantes para fazer.

Suas coxas eram grossas e tinha pelos escuros que Roxanne aprendera a amar. Ela gentilmente puxou a cueca dele até os joelhos, ela fez questão de dar beijos no caminho que a cueca percorreu até os tornozelos. Quando ele tirou a cueca boxer, Roxanne estava tendo a visão do seu corpo inteiro, chamando por ela, acenando para ela.

Seu olhar se ergueu novamente.

Ela respirou fundo antes de colocar as mãos em seu p*u duro. Enquanto ela acariciava seu p*nis com firmeza, Lancelot pensou que estava vendo estrelas. Aquilo era o paraíso, tinha que ser.

Poderia ter sido Ziko soltando o gemido animalesco que escapou de seus lábios quando sentiu a língua dela na ponta do seu p*u. Ele não conseguia mais se controlar, enquanto ela colocava seu p*u dentro e fora de sua boca, Lancelot segurava o seu cabelo que caía sobre seus ombros. Ele a guiou, ela o chupou, beijou, brincou.

P*rra.

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