— Massimo? Isso é jeito de falar com seu pai? — a voz dele soou confusa e irritada do outro lado da linha.
Eu tremia de prazer, sentindo as paredes dela se contraírem ao meu redor. Chiara sorriu vitoriosa e começou a cavalgar ritmicamente, seus olhos verdes fixos nos meus, devorando minha reação.
— Não foi com o senhor que eu falei — respondi, tentando recuperar o fôlego. — Eu preciso resolver um problema agora, pai. Depois eu ligo para o senhor.
— Massimo, precisamos conversar. É sério.
— Eu já entendi. Nos falamos mais tarde — desliguei sem esperar resposta, jogando o celular em algum lugar nos lençóis.
Chiara aumentou a velocidade instantaneamente. Ela apoiou as mãos no meu peito, rebolando e mudando o ritmo conforme a sua vontade, me dominando.
— Você é uma filha da puta — rosnei, segurando sua cintura com firmeza. — Você começa com essas brincadeiras gostosas e acha que eu não faço pior, Chiara?
Suas unhas cravaram na minha pele, deixando marcas vermelhas.
— Chiara... sua boceta foi feita sob medida para receber meu pau — eu disse, ainda sentindo as últimas pulsadas, enquanto ela permanecia deitada sobre mim, o rosto escondido no meu pescoço.
— Isso é um elogio, Massimo? — ela perguntou, a voz abafada, e percebi pelo tom que ela estava corando.
— Sim — respondi, depositando um beijo carinhoso em sua testa. — Quis dizer que você é maravilhosa em cada detalhe. Que você me completa de um jeito que eu nunca imaginei ser possível.
Ficamos em silêncio por um longo tempo, apenas sentindo o calor um do outro. Eu sabia que a reunião com meu pai provavelmente traria más notícias, e que a guerra com Moretti estava batendo à porta, mas naquele momento, dentro daquela bolha de suor e prazer, eu me sentia o homem mais poderoso do mundo. E eu destruiria qualquer um que tentasse tirar isso de mim.

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