POV: Chiara
Massimo me fodia com uma brutalidade avassaladora, cada estocada sua ecoando como um trovão contra a estrutura da cama, me levando direto para o limite da minha sanidade. O impacto do seu corpo contra o meu criava um som úmido, ritmado e ensurdecedor. Eu já não tinha mais controle sobre os meus próprios sentidos; tudo o que eu conseguia fazer era me segurar nele e absorver aquela tempestade de prazer selvagem.
A urgência dentro de mim se acumulou em um nó apertado e ardente, prestes a explodir.
— Massimo... eu vou... eu vou gozar! — eu gritei por cima do som da nossa foda, a voz embargada e desesperada.
Apertei as minhas pernas ao redor do quadril dele com uma força surpreendente, prendendo-o contra mim, enquanto a minha boceta começava a contrair-se em espasmos violentos, rápidos e deliciosos ao redor do seu membro enorme. O teto do quarto pareceu girar.
Sentindo a ondulação do meu orgasmo me esmagar, Massimo perdeu o resto do juízo. Ele aumentou a velocidade das últimas estocadas, afundando em mim com uma violência cega e possessiva. No auge do seu próprio transe, a sua mão grande subiu até o meu pescoço, apertando-o levemente com uma firmeza que me fez arfar, enquanto ele desferia as últimas estocadas firmes, cravando-se até a raiz no fundo do meu útero. Em resposta àquela intensidade brutal, enfiei as minhas unhas compridas nas carnes da cintura dele com força, rasgando a sua pele.
Foi quando Massimo soltou um gemido rouco, grave, que vibrou direto no meu peito. Senti o membro dele pulsar forte dentro de mim e ele liberou toda a sua porra quente, em jatos volumosos, bem no fundo da minha boceta. O prazer foi tão devastador que o meu corpo inteiro amoleceu contra os lençóis.
— Ah! Caralho, de boceta gostosa... — ele exclamou com a voz esbaforida, o peito subindo e descendo de forma descompassada.
Devagar, ele retirou o seu pau de dentro de mim, e no mesmo instante a sua porra leitosa e quente começou a escorrer em fios fartos pela minha intimidade. Massimo, no entanto, não havia terminado a sua marcação. Com uma preguiça nua e provocante, ele começou a pincelar o seu pau na minha boceta, espalhando o próprio sêmen pelas minhas coxas e pelos meus grandes lábios, deixando a minha intimidade toda lambuzada e brilhante sob a luz fraca do abajur. Era o seu selo de posse.
Ele desabou ao meu lado na cama, puxando-me para o seu peito suado, e me deu um beijo demorado, profundo, que ainda guardava o gosto do nosso desejo. Quando nos afastamos, ele limpou uma mecha de cabelo do meu rosto, os olhos brilhando com uma satisfação primitiva.
— Você realmente foi feita para mim, Chiara — ele murmurou, a voz ainda rouca pela foda intensa que havíamos acabado de fazer. — Hoje, mais do que nunca, eu tive a certeza absoluta de que fiz a escolha certa ao te colocar como a minha mulher.
Sorri, aconchegando-me no calor do seu corpo. Ele acariciou o meu quadril por alguns segundos e, com uma nota de cuidado legítimo na voz, perguntou:
— Eu te machuquei em algum momento?
— Não, Massimo. Claro que não — respondi imediatamente, olhando bem no fundo dos seus olhos para que ele não tivesse dúvidas. — Eu adorei cada minuto. Eu amo a sua intensidade, amo o seu jeito na cama.
— Bom saber. Mas lembre-se: quando qualquer coisa te incomodar ou passar do limite, é para falar comigo na hora, e eu paro no mesmo segundo — ele alertou com seriedade.
Dei uma risadinha provocativa, arrastando os dedos pelo peito dele.
No mesmo instante, mudei a minha postura. Levei a minha mão até o pescoço dele, apertando-o de leve, e afundei as minhas unhas na sua pele com uma firmeza possessiva, fazendo-o focar totalmente em mim.
— Nem pense nisso, Massimo. Eu gosto dessa nossa intensidade. Quando quisermos fazer algo diferente na cama, com certeza não será um sexo morno. Nós podemos inventar posições novas, ir para lugares diferentes, usar acessórios, sei lá... Qualquer coisa, menos isso. Sexo morno comigo não funciona.
Massimo alargou o sorriso, os olhos brilhando com o fogo da pura aprovação. Ele segurou a minha mão que estava no seu pescoço, beijando a palma da minha mão.
— Eu gostei muito do que acabei de ouvir, *bella*. Vamos começar a planejar alguns lugares inusitados para explorar novas experiências sexuais. A mansão é grande, e os meus negócios nos dão acesso a muitos lugares privados.
Tirei a mão do pescoço dele, dando um sorriso vitorioso.
— Perfeito. Eu vou começar a fazer uma lista de desejos sexuais que quero realizar com você. E você vai ter que cumprir cada um deles.
— Prometo que vou cumprir. — Ele disse sorrindo.

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