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Expulsa, desbloqueei meu modo chefe supremo romance Capítulo 436

Quanto isso daria, afinal de contas?

Sienna nem ousava imaginar o tamanho astronômico daquele número.

Sua visão escureceu; quase desmaiou ali mesmo.

Lydia claramente pensava o mesmo.

Fazê-la pagar seria o mesmo que condená-la à morte.

E... um valor que ela jamais esqueceria pelo resto da vida.

Quanto exatamente pretendiam cobrar dela?!

Provavelmente era uma quantia que ela não conseguiria pagar nem em toda uma vida.

Não!

Ela não iria pagar.

Não iria para a prisão!

Recusava-se a deixar que o resto de sua vida fosse destruído assim!

O rosto de Lydia ficou branco como giz quando dois oficiais judiciais seguraram seus braços e começaram a conduzi-la para fora do palco.

De repente, ela gritou: "Não! Eu me recuso a aceitar isso! Vocês não têm uma única prova de que plagiei—como o fato de ela ser Helen—ser a Queen automaticamente significa que copiei ela?"

Helen era a Queen.

O que significava que os esboços que ela vira no depósito dos Morgan tinham sido todos desenhados por Helen, quando ainda morava lá.

Mas eram apenas rascunhos.

Helen os largara na mansão assim que terminou.

Lydia copiou cada desenho e depois queimou os originais.

Quando os rascunhos viraram cinzas, não restou nenhum vestígio.

Helen jamais conseguiria apresentar qualquer evidência.

E se chamassem a polícia?

No fim, tudo o que encontrariam seriam as cópias feitas à mão por ela.

Cada traço estaria em sua própria caligrafia.

Seriam todos dela.

No máximo, poderia admitir publicamente que tentou adivinhar o tema do Concurso de Novos Talentos em Design de Joias em casa e preparou seus conceitos com antecedência.

As regras não diziam nada sobre não poder tentar prever o tema.

Se acertasse, só provaria seu talento.

Desde que conseguisse provar que os desenhos eram todos originais seus...

Desde que se recusasse a confessar...

Ninguém poderia acusá-la de plágio!

Assim que provasse que não copiara ninguém...

Então, todas aquelas pessoas, por mais importantes que fossem, teriam que baixar a cabeça e pedir desculpas.

E talvez até usasse o escândalo para alavancar sua fama.

E daí se suas habilidades manuais fossem um desastre?

E daí se não servisse para nada além de desenhar?

Lydia ergueu o queixo e lançou a Helen um olhar frio e zombeteiro, dizendo claramente com os olhos: Vá em frente. Prove, se for capaz.

Continue fingindo, por que não!

"Heh."

Helen soltou uma risadinha preguiçosa, os olhos semicerrados enquanto encarava o rosto distorcido e desafiador de Lydia. "Lydia, você realmente acha que meus rascunhos são a única prova que tenho?"

As palavras congelaram a expressão de Lydia.

Sua respiração acelerou de repente, o corpo tremendo apesar de si mesma.

Ainda assim, forçou-se a parecer calma e retrucou: "Meus desenhos são 100% autorais. Se você tem provas, mostre!"

Ela estava convencida de que Helen estava blefando, tentando assustá-la para que confessasse.

Será que Helen realmente achava que ela cairia nessa?

Aqueles rascunhos já tinham virado cinzas e descido pelo vaso sanitário.

Não havia corpo, nem cena do crime—nada.

Helen definitivamente não tinha como tocá-la!

Helen apenas curvou os lábios, rindo baixinho.

O canto da boca era frio e cheio de escárnio.

Ela nem parecia interessada em discutir mais, apenas levantou os cílios e olhou de lado para Nancy.

Um olhar.

Nancy entendeu imediatamente, virou-se sem dizer uma palavra e caminhou de volta até a mesa dos jurados.

Tirou um pen drive do bolso e o conectou ao computador ligado tanto à transmissão ao vivo quanto ao telão.

"Já que a Srta. Morgan faz tanta questão de que apresentemos as provas publicamente," a voz de Nancy ecoou pelo microfone, "então... todos, por favor, apreciem um pequeno vídeo bastante interessante."

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