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Eu Na UTI, Você Na Cama Da Outra!? romance Capítulo 138

Já que era assim, o Diretor Correia não fez mais perguntas.

O jantar durou mais de duas horas.

Lá fora, a chuva tinha parado.

A roupa de Celina, que estivera completamente encharcada, agora já estava quase seca em seu corpo.

"Aquela mulher fez de propósito! Vamos embora, não quero mais fazer esse negócio!"

Jessica, que nunca tinha passado por esse tipo de humilhação, puxou Celina para ir embora.

Celina segurou a mão dela. "Você acha que o fato de o Diretor Correia ter nos visto hoje à noite significa que o negócio já está fechado?"

Jessica olhou para ela, confusa.

Celina continuou: "Quanto mais importante a parceria, mais precisa de conversas e negociações para chegar a um acordo. Pensa na nossa situação agora, aguenta só mais um pouco."

Seria mesmo possível que essas palavras viessem de uma dona de casa que esteve afastada da sociedade por quatro anos?

Jessica olhou para ela como se a estivesse conhecendo de novo.

O jantar finalmente terminou. O Diretor Correia, Jackson e Alice saíram do reservado.

Quando chegaram ao salão principal, Alice de repente disse: "Os docinhos deles são ótimos, quero levar uma porção para comer mais tarde."

Jackson não respondeu, e o Diretor Correia sorriu: "Claro, Sra. Tavares, se a senhora gosta, ótimo."

Ao ouvir isso, Alice não negou, apenas ficou com o rosto corado de vergonha.

Os olhos de Jackson estavam escuros como tinta.

O vento depois da chuva estava gelado, deixando as mãos e os pés de Celina frios como gelo.

"Vamos embora?" Jessica perguntou ao ver que o rosto dela estava tão pálido.

Celina balançou a cabeça. Faltava só mais um momento, ela não queria desistir agora.

Finalmente, Alice pegou os docinhos quentes, e o grupo do Diretor Correia saiu do restaurante.

O motorista da Indústria Pesada Montanha já havia trazido o carro.

Quando viu que o Diretor Correia ia entrar no carro, Celina se apressou até ele. "Diretor Correia!"

Luan Correia hesitou por um instante.

Continuaria ignorando?

Agora que ela o chamava, seria falta de educação não responder.

Ele olhou Celina de cima a baixo, fingindo não saber quem era, e perguntou: "Você é...?"

Celina ia responder formalmente com o nome da empresa e o cargo, mas, de repente, outro pensamento lhe ocorreu.

"Sou esposa do Jackson."

"Você ter vindo sozinha até Cidade Vento me desagradou muito. Esta é a última vez. Se agir por conta própria de novo, não hesitarei em mandá-la para o exterior como fiz com Felipe."

Alice quis protestar, mas ao ver o olhar de advertência de Jackson, fechou a boca instintivamente.

Ele não a amava, então ela não tinha nenhum trunfo para agir livremente diante dele — mas Celina tinha.

No fim, ela entrou no carro chorando.

Pelo retrovisor, viu Jackson entrando num táxi. Ela perguntou: "O meu irmão está indo atrás da Celina?"

João, olhando para frente, respondeu: "Eles ainda são marido e mulher, mesmo que morem juntos não tem nada demais."

Alice sentiu um nó preso no peito.

Quando Celina voltou para o hotel, teve uma febre alta.

O remédio antitérmico do hotel era muito forte, então Jessica sugeriu que ela tentasse baixar a febre com métodos físicos, enquanto ia comprar outro remédio.

Logo depois que Jessica saiu, o celular de Celina tocou.

Ela atendeu meio grogue, e a voz de Renato soou do outro lado: "De acordo com o que você pediu aquele dia, preparei um novo acordo de divórcio. Podemos conversar pessoalmente quando tiver tempo?"

Celina se esforçou para responder: "Agora não dá, estou em viagem de trabalho em Cidade Vento."

Renato riu de leve: "Estou na cafeteria do segundo andar do seu hotel. Não vai descer?"

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