EPILOGUE B
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Ela arfou quando ele acariciou seu clitóris, uma e outra vez, construindo tensão. Logo ela estava se contorcendo, tremendo, quadris se movendo inquietos, buscando mais.
Daemonikai estava queimando, mas sua boca nunca deixou o seio dela. A excitação pulsava através dele, mas abaixo disso—mais profundo, mais faminto—era a paz. Havia algo sagrado, ainda assim totalmente obsceno nisso, em como o seio dela se sentia contra sua língua, o rico fluxo descendo por sua garganta, e os sons suaves que ela fazia.
-Mmm.- Seus olhos se fecharam enquanto o tempo se dissolvia. Seus gemidos ficaram mais altos, quadris se esfregando contra sua coxa, mas ele não cedeu. Não até que suas costas se arqueassem e ela chegasse ao clímax com um grito, sua vagina pulsando ao redor de nada.
Ele mudou para o outro seio, selando seus lábios ao redor do outro mamilo, a consumindo enquanto seus dedos retomavam seu tormento—circulando seu clitóris apenas o suficiente para provocar, não o suficiente para satisfazer.
Ela se contorceu, soluçando, seu líquido lubrificante pintando suas coxas. -Daemon... por favor. Por favor.
Ele a ignorou. Ainda não.
Somente quando o fluxo diminuiu para gotas, então drenou para nada, ele finalmente a soltou. Seus mamilos estavam vermelhos e bem abusados.
Emeriel olhou para baixo para ele, uma visão de desejo destruído—lábios entreabertos, olhos semicerrados, seu peito ofegante. -Por favor,- ela respirou novamente.
-O que você quer, princesa bonita?- Seus lábios arrastaram sobre seu mamilo, ternos mas exigentes. -Me diga.
Ela girou os quadris, usando seu corpo para falar.
-Palavras, minha estrela radiante.- Sua palma pressionou firmemente contra seu núcleo, reivindicando. -Isso me pertence.
Um suspiro sem fôlego. -Sim, me pertence.
-Meu.
-Seu.
Seu rosnado vibrava contra sua pele. -Eu te amo, Emeriel.- Ele tomou sua boca em um beijo que era mais dentes do que língua—uma marca selvagem de posse. Quando ele se afastou, sua voz era um sussurro rouco contra seu lábio. -Eu te amo tanto.
Suavidade em seus olhos, dedos se enroscando em seu cabelo. -Eu também te amo.
-Agora me diga para te foder, Riel.- Seu pênis se contraiu contra sua coxa, pesado de desejo. -Meu pau é seu. A qualquer hora. Em qualquer lugar. Eu quero que você me olhe nos olhos e peça pelo que te pertence.
Seu rosto corou. -Daemon...
-Pede como se você possuísse isso.- Seu polegar circulou seu clitóris, apenas uma vez—uma provocação. -Como se fosse seu. Porque não pertence a nenhuma outra fêmea. Apenas a você.
-Me foda,- ela disparou.
-Claro que sim,- ele elogiou, mordiscando sua mandíbula. -É assim que se faz.
-Foda meu corpo, Daemon.
-Sua vagina, bela Riel.- Ele rosnou. -Me diga.
-Foda minha b-buceta.- Encorajada, ela se arqueou contra ele, sua voz tremendo mas feroz. -Me dê o pau que me pertence.
-Deuses, sim! Quer que eu te foda tão forte que você grite o quarto inteiro abaixo?
Mais de seu líquido se acumulou em sua coxa. -Sim, me fode tão bem, por favor. Eu realmente quero seu pau dentro de mim.
Caramba. Ela era tudo—tímida e ousada, tremendo mas exigente. E dele.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...