PRINCESA EMERIEL
Ela gritou quando o Grande Rei Daemonikai invadiu seu corpo. Arqueando sob ele, Emeriel tentou escapar da dor intensa que a rasgava, mas não havia para onde correr.
Seus dedos arranharam os dele para soltá-lo, empurrando, lutando. -Realmente dói-, saiu quebrado e trêmulo.
-Desculpe, desculpe-, ele disse culpado, beijando as lágrimas que escorriam por sua bochecha.
Ele se retirou, apenas se manteve imóvel acima dela, tenso com restrição. -Estou todo dentro agora. Logo a dor vai parar.
Era o tipo de dor que vinha de enfiar uma faca ardente em uma ferida aberta. Mas gradualmente, começou a desaparecer.
Ela sentiu a tensão dele, o esforço que ele fazia para não se mover, para dar a ela tempo para se ajustar.
-Mova. Estou bem agora-, ela murmurou.
Ele moveu os quadris lentamente, cuidando para não machucá-la ainda mais. Movimentos sutis para testar sua prontidão.
Abrindo os olhos, Emeriel olhou para cima, não conseguia parar de observá-lo. A paixão em sua expressão, o cuidado que ele tinha com ela.
Ela estava ávida pela visão dele, esse macho que estava enterrado profundamente dentro dela. Sua respiração vinha em ofegos curtos, suas coxas tremendo.
Seus movimentos lentos gradualmente ganharam impulso, não apressados, mas com propósito. Ela se sentia cheia até a borda a cada deslize de sua rigidez. Seu corpo tremia a cada movimento.
-Danado...-, ele fez careta, prazer e restrição em seu rosto. -Você se sente tão bem. Ninguém tem o direito de se sentir assim.
Emeriel envolveu as pernas em torno de sua cintura, puxando-o para mais perto. A dor surda persistente ainda estava lá, mas não importava mais. O prazer ainda não havia realmente começado, mas ela não conseguia ter o bastante dele.
-Bom?-, ele perguntou com preocupação.
-Perfeito-, ela sussurrou, sua voz suave mas firme.
Para aliviar ainda mais sua preocupação, ela moveu os quadris contra os dele, encontrando seus movimentos. -Me dê mais de você. Me leve do jeito que você quiser.
Ele praguejou baixinho enquanto seus quadris se dobravam, e seu ritmo mudava, mais rápido, mais enérgico agora.
Cada golpe atingia cada ponto sensível nela, provocando um prazer ondulante. Ela não conseguia conter os gritos que escapavam de seus lábios, seu corpo se arqueando para encontrá-lo.
-Veja como nos encaixamos, Meu Grande Rei. Fomos realmente feitos um para o outro.
Ele recuou, suas mãos desenrolando as pernas dela de sua cintura, forçando-as a se afastarem, segurando-as abertas enquanto mergulhava nela, rápido e forte.
Seu orgasmo veio instantaneamente e ela gritou -Daemonikai-, enquanto ele a penetrava. Um rush inesperado que a deixou ofegante e arqueando o corpo da cama, enquanto ele a possuía através de seu clímax e para o próximo. Seu ritmo impiedoso a levando a novas alturas inexplicáveis.
Seus gritos perfuraram a noite. Altos e agudos. Ondas de sensação rolaram sobre ela, inundações de êxtase a afogando.
O tempo escorregou, se tornando sem sentido enquanto Emeriel se entregava completamente ao prazer insaciável que ele lhe proporcionava.
-Todo o forte pode me ouvir.- No entanto, Emeriel não conseguia controlar os sons que fazia enquanto se desenrolava em seus braços.
Em algum momento, ela se viu de quatro enquanto ele a martelava por trás.
Os rosnados e grunhidos selvagens que ela havia associado ao prazer dele se misturavam com seus gemidos. Seu Amado não conseguia ter o bastante dela, assim como ela não conseguia dele.
-Ohhhh-, ela gritou, suas palavras se dissolvendo em ofegos incoerentes enquanto outra onda de êxtase a arrastava, seu corpo convulsionando.
Mas o grande rei não diminuiu. Seus golpes nunca vacilaram, mesmo enquanto ela se debatia debaixo dele.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...