O grande rei não disse uma palavra, seus olhos vigilantes sobre ela, expressão guardada mas cheia de curiosidade indisfarçável, e algo mais...
Aekeira se aproximou mais de seu selvagem, para se esconder de seu olhar penetrante.
-Minha!- Lord Vladya repetiu em um rugido zangado, dando um passo ameaçador à frente.
O Rei Daemonikai finalmente desviou o olhar dela, olhando para seu amigo. Sua expressão suavizou. -Sua,- ele entoou, cruzando os braços atrás das costas. -Ela é sua, V.D.
Lord Vladya deu um grunhido satisfeito, virou-se e a levantou em seus braços. Ele marchou até seu quarto, e bateu a porta atrás deles, fechando o mundo do lado de fora.
GRAND LORD VLADYA
Vladya observou a cena diante dele, satisfeito. Aekeira estava amarrada em sua cama, nua, amarrada com segurança pelas cordas que prendiam seus pulsos à cabeceira, suas pernas abertas para ele.
Sua pele brilhava na luz fraca. Ela era deslumbrante.
As vozes em sua cabeça rugiam, mas ele as forçou para o fundo. Luxúria nublava sua mente, seu membro tão duro que doía. Ele queria se enterrar profundamente naquela calorosa cavidade que o chamava.
Mas primeiro.
Vladya se moveu até a cômoda, revirando as gavetas até que seus dedos fecharam em torno da alça familiar de um chicote resistente.
Ele havia fantasiado sobre este momento mais vezes do que podia contar, imaginando como seria finalmente empunhá-lo contra uma pele. Simplesmente soltar e assistir as belas trilhas de sangue.
Aekeira emitiu um pequeno som, seus olhos arregalados seguindo cada movimento dele. O medo estava lá, mas também... confiança.
E aqueles lábios. Cheios, carnudos, e pintados com um vermelho profundo que parecia implorar por seu membro.
O chicote poderia esperar.
Vladya o deixou cair no chão com um baque suave, seu foco mudando inteiramente para ela. Subindo na cama, ele se posicionou ao lado dela, seu rosto pairando a poucos centímetros do dela. Sua mão disparou, agarrando seu cabelo, segurando sua cabeça no lugar, ele esmagou sua boca na dela em um beijo sujo, cru e completamente desinibido. Ele a tomou completamente, derramando sua frustração, sua fome, sua necessidade nele.
Ele devorou sua boca, mostrando como logo tomaria seu corpo, engolindo seus suspiros.
Quando finalmente se afastou, seus olhos estavam vidrados, lábios vermelhos e inchados. A tensão desapareceu dela, deixando-a maleável sob ele. Vladya não pôde deixar de rosnar suavemente.
Aekeira era incrivelmente sexy. A visão dela agora, à sua mercê e tão excitada, fazia coisas com ele. Coisas perversas, perversas.
E ele precisava foder aquela boca.
Despindo-se rapidamente, suas roupas caíram uma a uma até que Vladya estava nu ao lado dela. Erguendo-se sobre Aekeira, ele se sentou em seu rosto, seus dedos deslizando sob sua cabeça para sustentá-la, levantando-a.
-Abra,- ele ordenou suavemente.
Aekeira corou intensamente, abrindo os lábios. Lentamente, ele introduziu seu membro, gemendo enquanto seu comprimento desaparecia no calor de sua boca.
Ele empurrou mais fundo, e ela engasgou um pouco. Vladya não aliviou, ficando ali, forçando-a a senti-lo em sua garganta e se ajustar a ele. Aekeira não conseguia aguentar tudo, mas ele não se importava.
Recuando um pouco, Vladya permitiu que seu membro escorregasse até a ponta, pairando acima de seus lábios entreabertos. Então, ele pressionou novamente, cativado pela boca dela se esticando para acomodar seu membro grosso, a cor ruborizada de suas bochechas, seus pequenos gemidos suaves e aqueles olhos castanhos arregalados. Ele estava enfeitiçado. Viciado.
-Vou foder sua boca agora,- A excitação e a necessidade pulsavam através dele. -Vou arruinar sua garganta, rápido e forte, ultrapassar seus limites, e provavelmente me empolgar. Mas se ficar demais, se você não aguentar, puxe suas mãos amarradas duas vezes. Você me ouve?
Vladya fodeu sua boca do jeito que sempre quis. Seus olhos gananciosos absorveram cada detalhe de seu rosto. Sua mão enterrada em seu cabelo sedoso apertou enquanto ele avançava mais até estar enterrado em sua garganta. Maldição!
Sensação inundou todo o seu ser. Não era como ele esperava. Era melhor.
Vladya não pôde evitar, então ele tomou, e tomou, e tomou. Sua respiração ficou ofegante, suas coxas tremendo com a força de sua fome. Seus testículos se contraíram. Maldição, ele estava prestes a gozar.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso
Oi está dando ero com o capítulo 132...
Ruim, vc abre o capítulo depois não consegue ler novamente...