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Esse príncipe é uma menina: a escrava cativa do rei vicioso romance Capítulo 156

Sentir ele lá era estranho, mas agradável. Cheio até a borda. Retirando-se, ele mergulhou novamente.

-Simmmm,- ela ofegava, -Mais.

Em curtas, fortes investidas, o Rei Daemonikai a possuía de uma maneira que ela nunca pensou ser possível. Era quase demais, cada terminação nervosa estava acesa com êxtase.

Seu núcleo pulsava, fluindo com tanta líquido que Emeriel estava começando a pensar que poderia ser uma ninfa. Apenas uma ninfa do mar gusharia tanto líquido, certo?

Aparentemente, até Sereias.

O grande rei começou um ritmo que a fazia emitir ruídos incoerentes e ininteligíveis e cantar como um canário. Gritos altos e gemidos prolongados reverberavam pelo ar, misturando-se com o som sujo da pele contra a pele.

Em uma parte distante de sua mente, Emeriel sabia que deveria se sentir envergonhada. Ela era uma dama, mas aqui estava ela, gemendo como uma prostituta experiente. Implorando por mais do seu doce membro. Implorando para que ele a violentasse até que ela se perdesse nos céus. Esse comportamento desafiava todos os padrões de etiqueta. Era completamente deselegante.

No entanto, a vergonha era a última coisa em sua mente enquanto ela gritava no topo da voz.

O calor intenso realmente agia como um manto protetor, protegendo-a da timidez e da vergonha, enquanto liberava a parte mais lasciva dela. Parecia certo, querê-lo dessa maneira... sem vergonha. Sem inibições.

Emeriel estava exatamente onde pertencia, bem debaixo desse macho. Seu Alfa. Seu Amado. Meu.

Ela era dele para comandar. Prensada sob ele, incapaz de se mover, recebendo as investidas que ele dava, ela era dele para possuir. E ele não se segurava.

Emeriel gritou, explodindo em outro orgasmo cegante que a fez apertar os olhos tanto que temeu que pudessem saltar.

Ele aprofundou suas investidas, mesmo depois que ela desabou. Cada golpe arrancando gemidos baixos e guturais dele. Emeriel poderia ouvir esses sons o dia todo. Eles eram um tipo diferente de vício.

Sua mão capturou a dela, prendendo-as de cada lado de sua cabeça enquanto ele abaixava o rosto para o dela, sua respiração se misturando com a dela, e realmente a fodia para longe da vida.

-Parece... muito,- Emeriel ofegou, babando no lençol. Ela estava arrasada.

-Eu sei, jovem princesa,- ele murmurou, e ela sentiu um beijo em sua nuca. -Eu sei.

Oh Deus. Tão bom. Demais. Bom bom bom...!

Outro orgasmo a rasgou, tão cataclísmico, que Emeriel não conseguia mais discernir onde uma sensação terminava e outra começava. Sua voz subiu para um grito rouco, escalando para um grito tão alto que sacudiu as paredes.

Ele a saqueou na cama, golpe após golpe de êxtase avassalador seguindo cada investida. Emeriel voou pelos céus e nadou nos mares mais profundos, seu corpo se torcendo e sacudindo incontrolavelmente.

-Você está se saindo tão bem, princesa,- ele elogiou, afastando as mechas de cabelo do rosto molhado de suor, seu rosto tão perto do dela, expondo toda a sua expressão aos seus olhos atentos. -Tão bonita e pequena vadia para o meu pau, não é, princesa?

O rei a penetrou como um animal. Como a besta que sua espécie realmente era, empurrando-a para mais um orgasmo enquanto ela ainda estava nos espasmos do último. Emeriel só podia soluçar impotente, apertando os lençóis tão forte que seus nós dos dedos branquearam, aceitando tudo, incapaz de esconder o quanto estava gostando de seus olhos perscrutadores. A inundação ficou muito quente, o ar muito fino.

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