Jaqueline ficou paralisada por um momento, sua cabeça quase explodiu.
Ainda sentia o calor dos lábios de George nos seus, deixando ela completamente perdida.
"Ele me beija, assim, de repente?"
No entanto, ao ver a expressão de felicidade plena no rosto do homem em seus braços, como a de uma criança que acabou de comer um doce, ela não teve coragem de culpá-lo.
"Isso também não é culpa do George, afinal, ele realmente me trata como esposa. Um marido beijar a esposa é algo muito normal. Se eu reagir de forma exagerada, com certeza vou irritar ele."
Jaqueline olhou para o relógio, baixou a cabeça e disse a George:
— George, você deve estar com fome, não é? Vou preparar algo para você comer. O que você gostaria?
George pensou por um momento:
— Não me lembro do que gosto de comer, mas adoro tudo que você prepara para mim.
Ele sorriu como um adolescente.
Jaqueline assentiu:
— Então eu vou comprar algo para você e você tem que comer tudo, sem reclamar, está bem? — Ela falava com George com um tom que lembrava o de uma mãe falando com seu filho, gentil e maternal.
George acenou com a cabeça, obediente e educado:
— Está bem.
Jaqueline se levantou para ajeitar o cobertor de George:
— Então eu vou, mas volto logo.
George segurou a mão dela com relutância:
— Eu vou esperar por você.
Jaqueline gentilmente retirou sua mão e se virou para sair.
De repente, George a chamou:
— Esposa.
Jaqueline se virou:
— O que foi?
George sorriu:
— Não é nada, só queria te chamar assim de repente. Sinto que perdemos muito tempo e não quero me separar de você por um minuto sequer.
Jaqueline sorriu gentilmente:

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