Cora já havia se sentado no banco do passageiro, mas não tinha a menor vontade de interagir com Bernardo.
Bernardo não se importou e dirigiu em direção ao apartamento.
Até que o carro estacionou na frente do prédio.
Bernardo saiu do carro, pegou Caio no banco de trás e caminhou direto para o elevador.
Durante todo o trajeto, Bernardo não demonstrou intenção de falar com Cora.
Cora observava aquilo, rindo de raiva.
Ela se perguntava com que direito Bernardo estava agindo de forma tão cínica.
Não foi ele quem arruinou o encontro dela?
E agora ele ainda estava ali, fazendo cara feia para ela?
Como se ela tivesse feito algo para ofendê-lo?
Quanto mais Cora pensava, mais irritada ficava.
Mas, por causa da presença de Caio, era impossível que Cora fizesse qualquer coisa contra Bernardo.
Após respirar fundo, Cora seguiu os passos de Bernardo em silêncio.
Pelo canto do olho, Bernardo viu Cora o seguindo, mas não disse nada.
Nessa situação, os dois entraram no elevador, um atrás do outro.
Logo, o elevador parou no andar do apartamento de Cora.
Bernardo continuava segurando Caio.
Cora abriu a porta com calma.
Após entrar, Bernardo levou Caio para o quarto.
Cora ficou parada na sala, esperando pacientemente por Bernardo.
Logo, Bernardo saiu do quarto.
Ele não evitou o olhar de Cora, encarando-a em silêncio.
— Me dê a chave do seu carro. — Bernardo pediu calmamente.
Cora franziu a testa:
— Para quê?
— Para trazer o seu carro de volta. — Bernardo explicou.
Não disse mais nada, mas qualquer um perceberia que Bernardo simplesmente não queria que Hugo trouxesse o carro de Cora.
— Não é necessário. — Cora recusou diretamente.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Encurralada pelo Meu Ex-Marido Obsessivo
Não entendi nada pq o diálogo dessa negociação mudou para essa linguagem nórdica....