Célia sabia que Giovanna e Gustavo eram muito ocupados com o trabalho e, no dia a dia, não estariam a par de tudo o que acontecia em casa.
Antes, ela achava que sua ousadia parava em embolsar parte do dinheiro das compras do mercado.
Não esperava que a nova babá fosse tão desavergonhada a ponto de trazer a própria filha.
Assim que Giovanna terminou o trabalho e chegou em casa, ouviu a gritaria.
Helena levara Alice para casa para trocar de roupa e, ao mesmo tempo, passar remédio no joelho machucado.
Ela decidiria como lidar com Célia depois de tratar os ferimentos de Alice.
Célia seguiu Helena para dentro, resmungando sem parar sobre os supostos erros dela.
Ao ver Giovanna voltar, Célia foi até ela e disse:
— Srta. Giovanna, ainda bem que a senhora voltou. Olha só essa babá nova, que absurdo! Ela estava no celular enquanto vigiava a pequena Alice, e ainda trouxe a própria filha. Quem vê até pensa que a casa é dela. A senhora precisa demiti-la imediatamente.
Giovanna a encarou com frieza:
— Célia, o que você está fazendo aqui?
Célia sorriu cinicamente:
— Srta. Giovanna, o seu trabalho é tão exaustivo, a senhora precisa de ajuda em casa. Que tal me deixar voltar? Eu já me arrependi. De agora em diante, serei impecável com as tarefas e nunca mais vou aborrecê-la. Farei exatamente o que a senhora mandar.
Giovanna a ignorou e virou-se para Helena:
— Tia, você está bem?
O rosto de Célia mudou de cor ao ouvir Giovanna chamar a babá de "tia".
Não era possível. Aquela mulher de meia-idade totalmente sem graça era a tia de Giovanna.
Helena fitou Célia e, com postura feroz, exigiu:
— Diga agora mesmo, por que você empurrou a Alice? A criança da nossa família ser agredida por você sem motivo algum. Hoje, você vai ter que me dar uma explicação!
Clara, ao lado, interveio:
— Eu também vi! Foi aquela senhora que empurrou a Alice.
Com um sorriso servil no rosto, Célia justificou-se:
Com pena da prima, Clara não saiu do lado dela um só segundo.
A Avó Martins, que ouvira o alvoroço, sabia que Célia havia sido a antiga babá da casa, e ficou preocupada.
— Crianças definitivamente não devem ser criadas por estranhos. Giovanna, veja se não seria uma boa ideia conversar com o Gustavo e se mudarem para morar com a sua mãe.
Giovanna respondeu:
— A Alice já está no maternal. Minha mãe vai ser responsável por levá-la e buscá-la. Quando eu vou trabalhar, também é ela quem cuida da Alice. A babá em casa fica responsável apenas pela comida e pelas tarefas domésticas.
Ao ouvir isso, a Avó Martins assentiu:
— É melhor assim. No fim das contas, estranhos nunca serão como a nossa família. Principalmente com crianças, não podemos descuidar.
Após passarem três dias na Capital, a Avó Martins e as outras se prepararam para ir embora.
Giovanna perguntou à avó:
— O feriado ainda não acabou, por que não ficam mais uns dias?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......