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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 1057

Giovanna voltou para casa e perguntou a Gustavo.

Gustavo riu: — A Alice me pediu para não te contar.

Giovanna suspirou, impotente: — Agora ela tem segredos comigo?

— Já que ela não me deixou falar, eu não posso. Além disso, a Alice não fez nada de errado nessa situação. Se alguém faz bullying com ela, é claro que ela precisa aprender a revidar.

Vendo a atitude dele, Giovanna decidiu não ir conversar com a filha sobre o assunto.

No entanto, ao notar que o entusiasmo da filha pelas aulas de esgrima havia aumentado ainda mais, ela não pôde deixar de suspeitar: a menina estava tentando aprimorar suas habilidades para poder brigar no futuro?

Clarice e Murilo terminaram de jantar no restaurante e, assim que voltaram para o carro, começaram a discutir novamente.

Murilo suspirou: — Clarice, o que você quer de mim, afinal? Eu deveria estar fazendo hora extra esta noite, mas você disse que queria comer naquele restaurante famoso, então eu vim te acompanhar. E agora você está com raiva de mim de novo. Eu realmente não te entendo.

O restaurante não agradava ao paladar dele, mas, por causa de Clarice, ele suportou a refeição. Para sua surpresa, ela continuava insatisfeita.

O simples pensamento de voltar para a casa dos sogros enchia o coração de Clarice de ressentimento.

Desde que vira Gustavo defendendo Giovanna, brigando com a Sra. Goulart por causa dela e até mesmo se mudando para que Giovanna pudesse viver confortavelmente, longe das implicâncias da sogra, a frustração de Clarice só aumentara.

De repente, ela entendeu por que Giovanna tinha optado por não se casar oficialmente de imediato.

Não era justamente para não ter que morar com a família do marido?

Se soubesse, não teria sido tão tola a ponto de engravidar de Murilo tão rápido e assinar os papéis do casamento.

Clarice disse a Murilo: — Eu só tenho um pedido agora: quero que a gente compre uma casa perto da Mansão Silveira e se mude para lá. Nós seríamos vizinhos da sua mãe, então ela não teria motivo para reclamar, certo?

O rosto da Sra. Silveira esfriou imediatamente: — Ela ainda não cansou de causar problemas? Está grávida e, mesmo assim, continua tão inquieta. Se eu não estiver aqui para cuidar dela, com aquele jeito preguiçoso e mimado, você acha mesmo que ela vai conseguir cuidar do neto da Família Silveira?

Murilo também reconhecia o esforço da mãe, mas as exigências diárias de Clarice o deixavam numa posição extremamente difícil.

Vendo a hesitação do filho, a Sra. Silveira bufou: — Uma vez que você casa e traz a mulher para casa, tem que aprender a fazê-la obedecer. Senão, as regras da casa viram uma bagunça! Já que ela insiste tanto em se mudar, tudo bem. Deixe que ela mesma procure uma casa e organize as coisas. Eu não vou me intrometer, e você também não deveria.

Murilo hesitou: — Isso não seria ruim? Procurar um lugar para morar não deveria ser minha responsabilidade?

— Ela não se acha tão capaz? Então deixe que ela prove isso. As casas por aqui não são tão fáceis de encontrar. Deixe que ela mesma alugue e pague. Por que nós teríamos que bancar os caprichos dela?

— Deixar ela pagar o aluguel sozinha? — Murilo franziu a testa, achando a ideia um tanto exagerada.

A Sra. Silveira respondeu, ríspida: — Os projetos que a empresa tem negociado ultimamente exigem muito capital. Você ainda tem dinheiro sobrando para comprar uma casa para ela? E os preços dos imóveis por aqui, você conhece muito bem. Conseguir alugar já seria uma vitória.

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