Antes de dormir, Giovanna recebeu um bombardeio de mensagens de Lucinda.
Eram todas perguntas simples.
Depois de Giovanna responder a cada uma, percebeu que a garota continuava sem entender. Achando que ela definitivamente não tinha cérebro, acabou usando um tom um pouco mais duro.
Vendo que ela estava brava, Lucinda assumiu uma postura ainda mais submissa.
Quando Gustavo entrou no quarto, ouviu a esposa dando uma bronca em Lucinda.
Ele raramente via Giovanna perder a paciência. Achando a cena interessante, parou ao lado e ficou observando por um momento.
Ao terminar de trocar mensagens com Lucinda, Giovanna o viu ali parado, em silêncio, e perguntou:
— O que você está olhando?
Gustavo serviu um copo de água para ela, o tom de voz transbordando um carinho profundo e inabalável:
— Está cansada?
Giovanna tomou a água e suspirou, impotente:
— Eu não fico tão cansada nem trabalhando. Pelo visto, com o meu temperamento, não nasci para ser professora.
Gustavo riu baixinho, olhando-a com indulgência:
— Se é assim, pare de ensiná-la. Deixe que Lucinda procure um professor lá fora.
Giovanna suspirou:
— Pelo menos ela tem a atitude certa para aprender. Como eu poderia simplesmente lavar as mãos? Além disso, com a personalidade que ela tem, precisa de alguém que a empurre para frente.
Depois que voltaram para a Capital, Lucinda havia melhorado muito no trabalho. Embora ainda cometesse pequenos erros, já não era como no início, quando, como sua assistente, não sabia responder a absolutamente nada do que lhe era perguntado.
Gustavo sorriu e mudou de assunto, falando sobre a situação de aprendizado de Alice nos últimos dias.
Giovanna e Gustavo já haviam conversado sobre a educação da filha.
Ambos concordavam com o conceito de aprendizado lúdico e feliz.
No entanto, isso não significava ser negligente e deixar a criança sem estudar.
O que precisava ser aprendido, deveria ser aprendido.
Eles não exigiam que ela fosse a melhor de todas, mas, pelo menos, que alcançasse a média.
Quanto a saber se a criança tinha talento para os estudos ou não, isso dependeria exclusivamente dela.
Sempre que Giovanna ouvia Gustavo falar sobre a criação da filha, assentia com a cabeça em sinal de concordância.
Se o marido estava disposto a assumir essas responsabilidades, ela não apenas daria seu total apoio, como também o elogiaria.
No passado, Giovanna não sabia como oferecer suporte emocional e validação ao marido no casamento.
Mas agora, ela entendia perfeitamente.
Toda vez que Gustavo se dedicava à família, ela o achava verdadeiramente encantador, e palavras doces saíam de sua boca com naturalidade.
Claro que ela não saía espalhando esse tipo de intimidade por aí.
Afinal, o casamento era vivido para eles mesmos, e não para servir de espetáculo para os outros.
Todos os dias, a maior preocupação de Alice ao voltar para casa era o momento em que o pai chegaria do trabalho para checar sua leitura.
Nessa hora, o pai era diferente do habitual: ele ficava muito rigoroso.
Às vezes, mesmo que ela fingisse chorar, de nada adiantava.
O pai continuava exigindo que ela praticasse.
Ivone morria de pena da criança, mas também não a mimava nesse aspecto.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......