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Dominic: A virgem e o CEO Bilionário romance Capítulo 2

A garota sabia o que estava fazendo. Sua língua girava no topo enquanto a garganta se ajustava ao meu tamanho, criando uma sucção ritmo e ritmada que começou a me fazer perder o controle que eu me gabava de ter.

— Possa ser que você ganhe dez minutos extras por isso — brinquei, mas a voz saiu mais arrastada do que o planejado.

Enfiei os dedos entre os fios loiros do cabelo dela, sentindo a textura macia enquanto assumia o controle do ritmo. Comecei a guiar sua cabeça em um movimento firme de vai e vem, sem pressa no início, apenas curtindo o som úmido e quente que preenchia o quarto silencioso. Samira gemeu contra mim, uma vibração deliciosa que reverberou direto no meu pênis, e subiu os olhos marejados de prazer para me encarar.

Ver a expressão dela — entregue, com as bochechas coradas e o olhar fixo no meu — alimentava meu ego tanto quanto a própria sensação física.

A mão esquerda dela desceu, envolvendo minhas bolas com delicadeza, apertando-as levemente em um ritmo sincronizado com o trabalho da boca. Enquanto isso, as unhas da outra mão cravavam-se na minha coxa, deixando marcas vermelhas na pele.

— Porra, Samira... — soltei entre os dentes, aumentando a velocidade das estocadas da sua cabeça.

Eu subia e descia com mais intensidade, marcando um ritmo frenético. A boca dela acompanhava cada investida sem recuar um milímetro, sugando com mais força a cada vez que eu ia fundo na sua garganta. A saliva escorria levemente pelo canto da sua boca, e a mistura do som da respiração pesada dela com os meus próprios grunhidos transformou o quarto num forno.

A onda de calor começou a se acumular na base da minha espinha, aquela pressão familiar e incontrolável anunciando que o limite estava próximo. Minha respiração virou um arfar descompassado. Puxei os cabelos dela com um pouco mais de força, travando o quadril por um segundo enquanto a sentia pressionar a língua com força contra a veia na parte inferior da glande.

— Assim... não para — ordenei, a voz rouca, quase irreconhecível.

Ela intensificou a sucção, trabalhando com uma pressa deliciosa, usando a mão na base para acelerar o friccionar enquanto a boca dava o golpe final.

— Você vai me ligar mais tarde? Para o jantar, talvez?

Peguei minha camisa na cadeira e soltei um riso curto e sem humor enquanto passava os braços pelas mangas. Olhei para ela pelo espelho, dando aquele sorriso de meio lado que nunca falhava em encerrar as coisas sem precisar de um escândalo.

— Foi ótimo, Samira. Cuidado com o degrau da saída.

É claro que eu não ia ligar. Afinal, regras são regras.

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