Ele sentia um frio insuportável quando ela se aproximou para lhe entregar um aquecedor de mãos.
— Daniel, pegue rápido para não pegar um resfriado.
— Obrigado, Iolanda.
— Fique tranquilo, pois eu não vou te abandonar e ficarei aqui com você!
Ela era uma cabeça mais baixa que ele, mas permaneceu fielmente ao seu lado.
Ele havia sido trancado em um confinamento no porão escuro.
Foi Iolanda Peregrino quem veio lhe fazer companhia novamente.
— Daniel, não tenha medo, pois eu estou aqui e o cachorro grande não vai te morder!
— Mas eu estou com muito frio, pois este lugar é muito gelado.
— Não tenha medo, pois eu estou aqui para lhe dar calor.
Dizendo isso, ela o abraçou com força.
No dia seguinte, eles foram libertados.
Ele ficou bem, pois havia sido abraçado durante toda a noite.
No entanto, ela desmaiou e teve uma febre alta.
Ele sentiu uma imensa culpa na época, jurando que se tornaria forte para protegê-la adequadamente no futuro.
Ao crescer, ele finalmente conquistou o reconhecimento do pai através de seu próprio esforço, tornando-se um jovem presidente.
Quando os criados ousavam intimidá-la, ele a vingava!
Quando o dedo dela se machucou, ele a levou imediatamente ao hospital.
Ele a tratou tão bem!
Ele já a considerava sua âncora e seu conforto, mas ela o abandonou quando ele ficou inválido.
Ela até mesmo contratou pessoas para maltratá-lo.
Agora ela lhe dizia que tudo não passava de uma encenação e que nunca havia gostado dele.
Não havia um pingo de sinceridade.



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