— Aos olhos de alguém da classe de Antonieta, o LAX Studio naturalmente não é caro.
Antonieta Malta tirou a pulseira do pulso.
— Já que você gostou, eu vou dar para você!
A colega ficou simplesmente atônita.
— O... o que você disse? Você vai me dar isso? — Ela mal podia acreditar que tal sorte repentina a havia atingido.
— Sim, é apenas uma pulseira. Tenho muitas em casa. Somos colegas, fique com ela!
— Muito obrigada, Antonieta! Você é realmente generosa!
As colegas ao redor ficaram cheias de inveja, arrependidas por não terem elogiado a pulseira antes; caso contrário, seria delas.
Outra colega perguntou curiosa:
— Antonieta, qual é o tamanho da sua casa?
— Na verdade, não é grande. Tenho um cinema, uma piscina, um campo de golfe e coisas assim. Comparada aos verdadeiros ricos, estou longe!
Quando Antonieta Malta disse isso, todas ficaram boquiabertas de surpresa.
— Céus! E isso não é grande? Tem até cinema!
Antonieta Malta fingiu surpresa.
— Vocês não têm em casa? São coisas muito comuns.
As pessoas ao redor sentiram-se envergonhadas; a percepção daquela jovem rica era, de fato, diferente da delas.
Nas casas de pessoas comuns, onde haveria tais instalações?
— Tenho mais uma pergunta, Antonieta. O Presidente é realmente seu pai? — Perguntou outra colega curiosa.
Tereza aguçou os ouvidos, pois também queria saber quem Antonieta Malta realmente era.
Ter cinema e campo de golfe em casa não era algo que qualquer um, exceto a elite absoluta, poderia ter.
— Mas quem vai comprar o café? — Antonieta Malta olhou para todos.
Hector Domingos, o puxa-saco, imediatamente olhou para Tereza.
— Antonieta, que tal ela? Afinal, ela é apenas uma faz-tudo no nosso departamento, não tem muita utilidade.
Antonieta Malta olhou para Tereza; desde que ela começou, Tereza não havia trocado uma palavra com ela.
Enquanto outros vinham bajulá-la e fazer amizade, Tereza agia como se não a visse, ignorando-a completamente.
Ela já estava irritada com Tereza há muito tempo!
— Tudo bem, Tereza Souza, desculpe pelo trabalho! — Disse Antonieta Malta.
Tereza levantou-se e disse:
— Eu não concordei, não precisa se desculpar pelo trabalho, pois não vou.

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