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Destinos Entrelaçados: Renascida Após Ser Esquartejada romance Capítulo 555

O diretor Santos estava furioso e virou o copo de uma vez.

Em pouco tempo, outra garrafa de cachaça foi esvaziada!

As pessoas ao redor assistiam, impressionadas com a resistência de Iran Alves.

Duas garrafas de aguardente e ele continuava firme.

Já o diretor Santos estava com o rosto vermelho, os olhos inchados e roxos.

— Diretor Santos, vamos continuar?

Santos não podia acreditar naquilo.

— Mais uma! — Disse ele, tentando se servir.

Iran Alves estendeu a mão, impedindo-o.

— Diretor Santos, por que tanto trabalho?

— Vamos beber direto da garrafa!

Iran entregou uma garrafa cheia para ele.

Santos congelou.

Todos ao redor ficaram estupefatos.

Esse garoto era uma máquina de beber!

Virar a garrafa direto no gargalo!

Hoje Santos tinha encontrado um rival à altura.

— Vai, Santos! Acaba com ele! — A multidão gritava.

O clima estava no auge; recusar agora seria perder a moral.

Iran Alves já tinha levado a garrafa à boca e bebido mais da metade, como se fosse água fresca!

— Diretor Santos, o que foi?

— Não vai beber?

— Não disse que queria beber? Beba!

Santos endureceu o coração, pegou a garrafa e começou a beber!

Entre idas e vindas, cada um já tinha consumido pelo menos um litro de cachaça pura!

Isso estava além dos limites humanos.

O diretor Santos não conseguia mais ficar de pé.

Ele desabou no sofá, ofegante.

— Continue... vamos beber...

— Eu não bebo mais... não bebo mais... eu quero ir para casa! — Santos tentou se levantar, cambaleando.

Ele só queria correr para o banheiro e vomitar; nunca tinha bebido tanto na vida.

Aquele moleque, Iran Alves, não era humano.

Depois de tanta bebida, as bochechas dele estavam apenas levemente rosadas.

Parecia que não tinha bebido nada; Santos tinha topado com uma parede de concreto.

Vendo que Santos tentava fugir, Iran Alves bloqueou seu caminho.

— Diretor Santos, já que bebemos, não deveríamos falar sobre o saldo devedor?

— Se não pagar, vai ter que engolir todo o resto da bebida!

Embora bêbado, a mente de Santos estava clara o suficiente para saber que, se bebesse aquilo tudo, morreria de coma alcoólico.

— Eu pago... eu pago... me dê um tempo, por favor...

— Me dê... um tempo. Amanhã... amanhã sem falta o dinheiro estará na conta.

— Amanhã? Você acha que eu sou criança?

— Transfira o dinheiro agora, imediatamente! — A expressão de Iran tornou-se feroz.

O diretor Santos tremia de medo.

— Mas... mas eu estou sem meu celular...

Iran percebeu que era mais uma desculpa para não pagar.

Ele sacou seu próprio celular.

— Toma, pegue. Ligue agora mesmo.

— Hoje à noite, eu preciso ver o dinheiro na conta.

— Caso contrário, você não sai daqui.

— Vou te contar uma coisa: eu sou órfão, não tenho pai nem mãe.

— Sou ex-presidiário, acabei de sair da cadeia.

— Quem não tem nada a perder, não tem medo de nada!

— Se tentar qualquer gracinha comigo, eu acabo com a sua vida!

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