Tereza: — ...
Iran Alves deu um passo à frente, avaliando Diego Souza. — Diretor Souza, esta senhorita veio para falar de negócios. Como diz o ditado: negócios à parte, a amizade continua. Se não quer fechar parceria, tudo bem, é simples assim. Para que mobilizar tanta gente, Diretor Souza?
Tereza puxou a manga de Iran Alves. — Você não está pensando em se render a ele, está?
Se fosse para isso, era melhor ter chamado a polícia!
Ela perderia o respeito por Iran Alves.
Iran Alves não respondeu, focado em negociar com Diego Souza.
Diego Souza achou que Iran Alves estava com medo e disse com arrogância: — Negócios à parte, o ditado tem lógica. Você pode ir, mas ela tem que ficar para aplacar minha raiva. Vou te dar uma última chance: suma daqui agora. Caso contrário, não terei piedade. Hoje, nenhum de vocês dois sairá daqui!
Iran Alves soltou um riso de desprezo. — Não, Diretor Souza, você entendeu errado. Sou eu quem está te dando uma última chance, não o contrário. Se você nos deixar ir agora, ainda poderemos conversar civilizadamente no futuro.
— Moleque, você é arrogante pra caralho! Nunca ouvi seu nome na Cidade Capital. Hoje vou te dar uma lição!
Diego Souza terminou de falar e acenou com a mão.
Ele continuou cobrindo a virilha enquanto seus capangas avançavam.
— Ótimo, então hoje eu vou levá-la daqui de qualquer jeito! — Um brilho assassino passou pelos olhos de Iran Alves.
— Fique perto de mim, não se afaste. — Sussurrou Iran Alves para Tereza.
Ele segurou a mão de Tereza e caminhou em direção à porta.
Mesmo que não houvesse caminho, ele abriria um caminho de sangue hoje!
O que eram alguns espinhos para ele?
Os seguranças avançaram, mas Iran Alves os arremessou longe com apenas uma mão.
Ao longo do trajeto, mais de dez seguranças tentaram bloqueá-los.
Iran Alves lutava com eles enquanto protegia Tereza.
Como eram muitos inimigos, alguns começaram a atacar Tereza.
Um dos seguranças tinha uma adaga na mão e mirou direto no coração de Tereza.
Iran Alves estendeu o braço, protegeu Tereza em seu abraço e bloqueou o golpe por ela!
Que tipo de homem era aquele? Tão poderoso! Ele tinha eliminado todos os seus homens sozinho.
E ainda carregando um peso morto junto.
Iran Alves não pretendia deixá-lo impune.
Ele deu alguns passos à frente, chutou a adaga que estava no chão e a pegou no ar com a mão.
A adaga em sua mão parecia um dardo. Ele a girou nos dedos e a arremessou diretamente.
— Aaaaaah!!!!
Um uivo de dor ecoou.
A adaga cravou firmemente na coxa de Diego Souza.
O sangue jorrou instantaneamente, tingindo o chão de vermelho.
Diego Souza tremia incontrolavelmente, em agonia absoluta.

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