Sophia ficou em silêncio, assentindo de maneira um pouco forçada.
Joaquim percebeu e, levantando a mão, acariciou o topo da cabeça de Sophia, bagunçando seus cabelos macios.
— Joaquim! — Sophia gritou, irritada.
— Boa noite, Sophia! — Após cumprimentá-la, Joaquim correu imediatamente.
Deixando Sophia parada no mesmo lugar, furiosa.
Na tarde seguinte, Joaquim levou Sophia até o prédio do governo de Cidade B.
— Fique no carro, eu volto rápido. — Sophia disse, dando a ela uma instrução.
Joaquim assentiu obedientemente.
A conversa com o contato do governo foi tranquila, e o esboço foi finalizado de imediato.
Porém, ao sair, ela avistou Davi.
Davi estava no centro, cercado por autoridades do governo, caminhando em sua direção.
Sophia rapidamente se afastou para o corredor ao lado, esperando até que o grupo de pessoas passasse, antes de sair do prédio do governo.
"Como Davi veio para Cidade B? E ainda por cima, para o prédio do governo? Isso tem a ver com a construção do novo distrito?"
Sophia pensou, já que a empresa dele também estava envolvida em projetos imobiliários.
A pintura da rua de pedestres que ela fez tinha relação com o novo distrito, e ela estava preocupada de que sua obra pudesse ter alguma conexão com a empresa dele. Agora que o trabalho estava concluído, era melhor sair o mais rápido possível.
Com esse pensamento, Sophia apressou os passos em direção ao estacionamento.
Entrou no carro, colocou o cinto de segurança e apressou:
— Volte para o hotel, pegue as coisas e compre as passagens de volta para Cidade A.
— Por que tanta pressa? Não falamos que íamos viajar? Agora que o trabalho da irmã está pronto, é hora de aproveitar! — Joaquim, dirigindo, parecia bem animado.
— Quem disse que íamos viajar juntos? Eu estou aqui a trabalho, viu!


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