— Você acha que eu tenho vida extra? Você me poupou? — Alexandre soltou uma risada fria enquanto olhava para Jorge.
— O tio pede desculpas, eu prometo não fazer isso da próxima vez! — Jorge juntou as mãos em súplica.
— Ainda tem uma próxima vez?
— Não, não!
Alexandre baixou os olhos por um momento. Quando os ergueu de novo, seu olhar estava muito mais afiado.
— Eu sei que você foi enganado pelo Henrique. Quem realmente queria me matar era ele, mas, na verdade, alguém deu essa ideia a ele, certo?
— Isso...
— Quem foi?
Jorge apertou os lábios, hesitando, sem querer dizer.
O canto da boca de Alexandre se curvou levemente. Ele pegou o celular e fez uma chamada de vídeo. O outro lado atendeu rapidamente, e então ele mostrou a tela para Jorge.
Do outro lado estava o armazém onde Henrique se escondia. Naquele momento, as chamas eram violentas, como se o lugar pudesse desabar a qualquer instante.
— Foi... foi o Celso!
Ao ouvir esse nome, Lívia ergueu a cabeça, chocada.
Ela jamais imaginou que Celso, aquele que queria casar a neta com Alexandre, também queria matá-lo. Então é isso? Se não consegue o que quer, resolve acabar com tudo?
— Alex, seu primo já te odiava por ter tirado tudo dele. Então, com a provocação de Celso, ele perdeu a razão. Eu achei que ele só queria te causar problemas, descarregar a raiva, nunca imaginei que ele mandaria um caminhão te atropelar. Se eu soubesse antes, o tio com certeza teria impedido!
Nesse momento, Jorge mostrou um ar de culpa. O que ele disse provavelmente era verdade. Mas, assim que terminou de falar, do outro lado do celular veio um estrondo. O armazém desabou naquele instante, faíscas voaram para o alto e o fogo engoliu tudo.
— Rique! Rique! — Ao ver aquilo, Jorge ficou perplexo.
— Filho! Meu filho! — Raquel gritou em desespero, e logo desabou no chão.
Depois do choque inicial, Jorge se virou furioso para Alexandre.
— O quê?
— Meu primo deve ter sido um rato na vida passada. Afinal, levou três anos cavando um túnel para escapar. Eu refleti um pouco e percebi que dei espaço demais, liberdade demais. Então decidi trancá-lo dentro de um prédio, com janelas e portas soldadas com barras de ferro. Esse rato não deve conseguir roer vergalhão, não é? — Alexandre soltou uma risada leve.
— Você... você... seu primo não é um criminoso!
— Se ele ousar fugir de novo, eu coloco ele no porão.
— Isso... isso é crime!
— Ele incitou alguém a me atropelar. Isso não é crime?
— Isso...
— Ou você prefere que ele vá para a cadeia?
Jorge não ousou responder. Seu sobrinho era realmente cruel e capaz de tal coisa.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: De um Casamento de Mentira ao Altar com um Ricaço: Agora Não Há Perdão
Exigimos atualizações falta de respeito e comprometimento com os leitores...
Nunca mais atualizou,parou no capítulo 450 já deve ter quase 2 meses...
Qdo teremos o final da estória? Pf atualizem......
Que absurdo ainda não ter o final, pq não pode ter terminado o daquela forma. E o pior consta como livro concluido...
Parou no Capítulo 450 e nunca mais atualizou affs...
Cadê o restante dos capítulos?...
Quero mais capítulos...
Cadê os próximos capítulos?...
Amando está história, gosto da personagem principal, não ficou de coitadinha. Pós a fila andar!...
Aguardando atualização...