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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 25

Pâmela tinha acabado de lavar as mãos quando um lenço de papel apareceu ao seu lado.

Ela se virou e viu Evaldo.

Essa pessoa parecia aparecer e desaparecer do nada.

— Nos encontramos de novo. Você é realmente surpreendente e inesperada. Pensei que fosse apenas uma pessoa comum, mas você é La, a genial adolescente que ficou famosa.

Pâmela pegou o lenço de papel calmamente.

— Obrigada pelo elogio.

Ela também se orgulhava de suas conquistas, mas isso já era passado.

Agora, ela teria que começar tudo de novo.

Desta vez, Evaldo não lhe ofereceu um cheque, mas mudou de tática.

— Seria uma pena que um gênio como você morresse. Que tal negociarmos uma nova colaboração?

Pâmela olhou para ele.

— Sr. Braga, a vida e a morte são determinadas pelo destino. Acho que você é alguns anos mais novo que eu. Se puder esperar, prometo doar meu rim a você gratuitamente antes de morrer.

Depois de secar as mãos, ela aplicou um pouco de creme, e uma leve fragrância se espalhou com o calor de suas palmas.

Não se sabia se era a fragrância na medida certa, ou a beleza de Pâmela na medida certa, mas o olhar de Evaldo ficou fixo nela, incapaz de se desviar.

A franqueza dela fez Evaldo se sentir como um vilão.

Ele mudou imediatamente de tom.

— Meu sangue pode prolongar sua vida, Sra. Castro.

Pâmela olhou para Evaldo, surpresa.

Ela não entendeu.

— Tive algumas experiências pessoais especiais que são coincidentemente adequadas para a sua doença.

Embora ele dissesse isso, Pâmela ainda não entendia bem, mas como ele não parecia querer elaborar, ela não insistiu.

Ela deu um leve sorriso e estendeu a mão.

— Ajuda mútua?

Evaldo estendeu a mão e apertou a dela.

Exatamente quando apertavam as mãos, Allan se aproximou.

— Pâmela, por que demorou tanto no banheiro?

Pâmela franziu a testa.

— Allan, você estava me esperando do lado de fora?

Allan viu o aperto de mão e imediatamente se colocou entre Pâmela e Evaldo.

— Pâmela, não se esqueça de quem você é. Tenha respeito próprio quando estiver em público.

Pâmela ouviu isso e imediatamente saiu de trás de Allan.

Ela agarrou o braço de Evaldo e começou a andar com ele.

Enquanto caminhavam, ela disse a Evaldo.

— Meu irmão, Allan, um beneficiário absoluto dos interesses de uma família rica. Machismo em estágio terminal. Não mata, mas é nojento.

Evaldo olhou para trás, para Allan, que fora deixado de lado.

— Você detesta tanto seu irmão?

Pâmela respondeu.

— Ele não merece. Como irmão, nunca se importou comigo da maneira que eu queria. Ele tolera a infidelidade do nosso pai. A família Castro vai à falência mais cedo ou mais tarde.

Evaldo conhecia todo o histórico de Pâmela agora.

Capítulo 25 1

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