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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 122

Pâmela pegou o celular e, ao ver que era uma ligação da empresa, atendeu imediatamente.

Antes que pudesse dizer uma palavra, uma voz familiar, mas estranha, soou do outro lado.

— La, isso não é justo. Eu cheguei para o meu primeiro dia e você não está aqui?

Ao ouvir essa voz, Pâmela apressou o passo.

— Meia hora. Me espere.

Depois de dizer isso, Pâmela desligou, saiu da mansão, entrou no seu carro no pátio e partiu.

Foi só hoje que a família Castro descobriu que Pâmela dirigia um supercarro no valor de milhões.

Ronaldo exclamou:

— Meu Deus, aquele carro da Pâmela... de onde ela tirou tanto dinheiro?

Tomas disse:

— Quem mais poderia ser além do Beto? Antes, dependia do pai em casa; depois de casar, dependia do Sandro; agora que quer o divórcio, se rebelou e arrumou um amante. Não sei a quem ela puxou. Nunca imaginei que ela tivesse essa habilidade.

Allan interveio.

— Pai, de agora em diante, tenha um pouco mais de cuidado ao falar com a Pâmela. No final das contas, não importa o quão feia seja a briga, ainda somos uma família. Para se divorciar e casar com a Sra. Salazar, você não depende dela?

— Lá em Verdejante, na família Castilho, quem além da Pâmela pode te trazer o acordo assinado?

— Pâmela não é como nós, que tivemos que aprender a fazer negócios desde pequenos.

— Quando ela era criança, a mamãe a levava para a casa da avó em Verdejante nas férias de verão e inverno.

— Ela sempre foi cativante. Os anciãos da família Castilho são os que mais aprovam a Pâmela.

Se não fosse pelo escândalo que a Sra. Salazar armou desta vez, na verdade, não seria apropriado se divorciar da mamãe.

Durante todos esses anos, Allan também não havia concordado com o divórcio dos pais.

Por isso, Natália morava ali há dois anos e nunca havia recebido nenhuma promessa de casamento de Tomas.

A razão pela qual Allan cedeu desta vez foi porque Sandro conseguiu o projeto do governo e Roberta se tornou a gerente do projeto.

Allan viu um benefício maior e por isso concordou com o divórcio, aceitando essa nova aliança matrimonial.

Ao vincular profundamente Roberta à família Castro, a família Castro também poderia legitimamente tirar uma fatia do bolo.

No entanto, Allan também percebeu que Pâmela parecia ter um potencial lucrativo.

Antes, ele perdia a paciência porque, como irmão mais velho, se preocupava com a irmã, pensando que o bem da família Castro também cuidaria de Pâmela. Mas Pâmela não apreciava, então ele perdia a paciência.

Mas agora, Pâmela o deixava um pouco confuso, então Allan decidiu ter paciência e observar.

Tomas retrucou:

— De que adianta a família Castilho aprová-la? A família Castilho de hoje pode se comparar à de antigamente?

— Pai, não se pode dizer isso. A família da vovó não tem mais o que tinha, mas as conexões ainda existem, e você não as tem usado o tempo todo?

Allan ficou sem palavras. O que ele disse era verdade; as conexões ainda existiam.

Talvez um dia pudessem ser úteis.

Então, realmente não havia necessidade. Allan não disse mais nada e enviou uma mensagem para Natália, dizendo que o processo de divórcio já estava em andamento.

Ao receber a mensagem, Natália a encaminhou para Roberta, que estava ocupada e não teve tempo para prestar atenção.

Além disso, em questões de divórcio e casamento, até que a certidão fosse emitida, tudo não passava de conversa fiada.

Eram apenas palavras.

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