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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 113

Quando Pâmela acordou de manhã, ficou surpresa ao encontrar várias empregadas em seu quarto.

Ela se levantou de um pulo, assustada:

— O que aconteceu?

— Sra. Castro, você acordou. Como se sente?

Pâmela olhou para si mesma, já vestindo um pijama confortável.

Provavelmente as empregadas do quarto a haviam trocado.

Pâmela não era tão melindrosa assim.

A empregada rapidamente lhe ofereceu água:

— Sra. Castro, beba um pouco de água primeiro. O médico instruiu que você beba bastante água ao acordar para acelerar o metabolismo.

Pâmela ficou ainda mais confusa.

— Acelerar o metabolismo? Por quê?

Mal terminou de falar, Evaldo apareceu para esclarecer suas dúvidas.

Enquanto ouvia, a testa de Pâmela se franzia cada vez mais.

Ela só havia bebido uma taça de vinho na noite anterior, e pegou essa taça da bandeja de um garçom de forma aleatória, com alta probabilidade de ser qualquer uma.

Como pôde ter bebido algo adulterado?

Tanta coincidência assim?

Evaldo disse:

— Ontem à noite, ordenei que verificassem as câmeras de segurança. Até agora, nada foi encontrado. Parece ter sido aleatório.

— Mas quando algo assim acontece e parece aleatório, geralmente há algo errado.

— Parece que você precisará ter mais cuidado ao participar desses eventos no futuro.

Pâmela respondeu:

— Entendi. Parece que realmente preciso ser mais cuidadosa a partir de agora.

Evaldo concordou, e ao olhar para o rosto de Pâmela, uma imagem repentina surgiu em sua mente, fazendo seu rosto corar instantaneamente.

Ele se virou rapidamente e disse:

— Não vou atrapalhar você. Seu carro foi levado por Melissa ontem à noite. Ela virá buscá-la para o trabalho hoje de manhã, provavelmente já chegou.

Pâmela respondeu:

— Certo.

De repente, ela se deu conta de um problema.

Ela não se lembrava de nada da noite anterior, mas, se bebeu algo impuro, não teria acontecido nada de especial?

Pâmela de repente chamou Evaldo:

— Eu não fiz papel de boba ontem à noite, né?

O pomo de Adão de Evaldo moveu-se. De costas para Pâmela, ele não se virou:

— Claro... claro que não.

E saiu apressadamente.

Ela confiava muito em Evaldo. Se ele disse que não, então não aconteceu, e ela naturalmente não se preocupou com isso.

Levantou-se e sentiu que não havia nada de especialmente desconfortável. Beber muita água parecia ter resolvido.

Depois do café da manhã, Pâmela ainda assumiu o volante.

Ela já estava atrasada, e se deixasse Melissa dirigir devagar, não chegaria a tempo para entrevistar os candidatos de TI de hoje.

Assim que Pâmela chegou à entrada da empresa, viu um carro familiar.

O Rolls-Royce de Sandro estava estacionado ali.

De fato, as duas empresas não ficavam longe, apenas a dez minutos de carro.

Mas a BeLa era ainda mais perto, a apenas dez minutos a pé, do outro lado do prédio.

Pâmela estacionou o carro e se aproximou.

Capítulo 113 1

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