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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 4

Valéria:

— Chupa, vai, minha gostosa, mostra do que essa boquinha é capaz. – As palavras de Enrico me encheram de tesão outra vez. Dante se levantou e senti Lucca se aproximar e tomar minha boceta em suas mãos por trás, enquanto Dante beijava meu pescoço e massageava meus seios.

Chupei, lambi, levei ao fundo da garganta, deixando Enrico maluco e, mais uma vez, gozei, levando uma enxurrada de porra na garganta, engolindo cada gota.

Lucca tirou seus dedos de mim, tomando minha boceta em sua boca e sugando todo o meu gozo, fazendo meu corpo tremer em um eco de prazer.

Estava fraca, mole, descabelada, toda vermelha, lábios inchados, boceta dolorida de tantos orgasmos. Nunca imaginei que seria humanamente possível ter tantos orgasmos em uma única noite.

Os meninos me abraçaram carinhosamente, num contraste delicioso com a fúria dos minutos anteriores. Misericórdia, se foram capazes disso em um elevador, imagino o que seriam capazes em uma cama. Estávamos sentados no piso frio do elevador, eu praticamente no colo do Lucca, ofegante e suada, sentindo o calor dos corpos deles contra o meu.

Meu Deus, Valéria, não vá se apaixonar por três caras que você nem conhece, sua louca. Você nunca mais os verá, esquece essa baboseira sentimental, foi só sexo. Apesar de ainda tecnicamente ser virgem, já que meu selo continua intacto, pensei, sentindo um misto de alívio e uma ponta de frustração.

— Vamos subir, gostosa, tomar um banho. Vamos te fazer relaxar e descansar depois de tantos orgasmos, e mais tarde vamos comer essa bocetinha que nos deixou doidos — disse Dante, com um sorriso promissor.

Saí do transe e olhei para o relógio: já era 1:00 da manhã, caramba!

— Não, não, não!!! Não posso correr o risco de perder outra oportunidade de emprego. — Comecei a me desesperar, o pânico tomando conta. Onde eu estava com a cabeça?

— Tenho que ir embora agora. — Vendo meu desespero, eles também se levantaram, num movimento rápido e coordenado. Lucca destravou o elevador com um código no painel, e ele começou a descer.

— Calma, gatinha, a gente te leva em casa. — Congelei na hora. Apesar de ter adorado tudo o que aconteceu, isso acabaria ali, eu não voltaria mais à boate e não os veria mais. A realidade era um choque frio. Com o coração na mão, neguei a oferta.

— Não é necessário, pegarei um táxi! Preciso ir, deveria dormir cedo hoje para não me atrasar amanhã, foi um prazer conhecer vocês — disse isso dando um beijo gostoso e demorado em cada um, gravando o sabor de suas bocas na memória.

— E obrigada pela noite maravilhosa, sonhem comigo. — Sorri, bem safada, tentando disfarçar a ponta de tristeza.

— O prazer foi todo nosso, Valéria, e até breve! — disseram em uníssono, suas vozes graves ecoando no vão do elevador enquanto as portas se abriam.

Saí correndo do elevador, torcendo para achar um Uber a essa hora. Mandei mensagem pra vaca da Cami que sumiu, peguei minhas coisas na recepção e, ao me preparar pra pagar as bebidas, a moça do balcão disse que já estavam inclusas no convite. Estranhei, mas não ia reclamar, né? Só queria ir pra casa.

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