Os vídeos da pesquisa sobre o vírus zumbi do Instituto GY foram simultaneamente divulgados em todas as principais e alternativas redes sociais do mundo.
O conteúdo dos vídeos era extremamente cruel, sangrento e desumano.
Porque os pesquisadores do Instituto GY usavam pessoas vivas como cobaias.
Havia idosos, crianças, pessoas com câncer e também indivíduos saudáveis.
E de onde vinham essas pessoas?
Uma parte dos pacientes com câncer foi atraída e enganada para assinar contratos, participando voluntariamente dos testes de medicamentos.
Uma parte dos idosos era composta por solitários sem filhos; se desaparecessem, ninguém notaria, não causando alarde social.
Uma parte das crianças vinha de orfanatos, todas abandonadas pelos pais. O orfanato forjava um processo de adoção, e ninguém mais se importava com seu paradeiro ou destino.
E a parte dos indivíduos saudáveis era de outras etnias, de várias partes do mundo, o que envolvia tráfico de pessoas.
Assim que os vídeos foram publicados, eles geraram grande atenção, discussão, compartilhamento e condenação em todo o mundo.
E um documento oficial do país M, em particular, colocou todas as nações em alerta.
A razão pela qual o Instituto GY conduzia esses experimentos era porque o país M permitia e apoiava.
O país M queria fortalecer suas forças armadas.
Talvez o que eles desejassem, no final, fosse o estado em que Maria Gomes se encontrava atualmente.
Manter a racionalidade enquanto aumentava a capacidade física dos soldados, transformando-os em armas mortais no campo de batalha.
Apesar de ser a era das armas de fogo, os soldados ainda eram a base, o alicerce.
O governo do país M foi condenado e criticado por pessoas de todo o mundo, exigindo que dessem uma explicação ao público.
Enquanto isso, no Brasil.
Maria Gomes e sua equipe conseguiram obter muitos dos materiais de pesquisa do adversário.
Esses materiais eram, sem dúvida, extremamente valiosos.
Poderiam ajudar os pesquisadores a encontrar mais rapidamente um tratamento específico.
Meio mês depois, o Laboratório Farmacêutico Bernardo, liderado por Antônio Freitas e Maria Gomes, desenvolveu com sucesso uma vacina contra o vírus zumbi.
As pessoas que não foram mordidas poderiam tomar a vacina, desenvolver anticorpos e, assim, resistir ao vírus zumbi.
Além disso, esta vacina também oferecia proteção contra a raiva.
Pois os dados obtidos do Instituto GY mostravam.
Que o chamado vírus zumbi era, na verdade, cultivado a partir de toxinas extraídas de cães raivosos.
Além da vacina para pessoas saudáveis, havia também um antídoto para os infectados.
O antídoto também tinha duas versões.
Até que ele soube que Maria Gomes também havia sido infectada e tinha tomado este antídoto.
Antes, Ivan Cardoso até disse, de propósito, que contaria a Caio Soares, para deixá-lo morto de preocupação e ansiedade.
Mas, na verdade, não contou. Caio Soares não sabia que Maria Gomes havia sido infectada pelo vírus.
Agora, ao saber de repente, seu coração se encheu de dor.
— Não precisa, será este. — Caio Soares assinou o termo de consentimento e o acordo de confidencialidade.
Após o sucesso no desenvolvimento da vacina e do antídoto, o Laboratório Farmacêutico Bernardo, com sua sólida rede de contatos, obteve a única licença de produção nacional.
Quando a vacina foi produzida, todos os residentes do Brasil foram vacinados gratuitamente.
Os cidadãos infectados foram isolados em hospitais, receberam injeções do antídoto e foram observados e registrados por médicos.
Após meio mês de hospitalização sem anormalidades, eles poderiam receber alta.
Durante esse período, todos os custos de tratamento foram cobertos pelas autoridades brasileiras.
Devido à forte intervenção das autoridades brasileiras, ao esforço incansável dos pesquisadores e ao total apoio e cooperação de vários outros setores.
O vírus zumbi no Brasil foi contido antes mesmo de causar qualquer alarde.
Em contraste, no país M, o vírus zumbi explodiu em um surto generalizado...

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