Entrar Via

Cinzas de Amor e Glória romance Capítulo 513

Luana Barbosa levou Mateus Cruz de volta para a mansão.

Mateus Cruz despertou lentamente.

Ao acordar, percebeu que suas mãos e pés estavam acorrentados, e começou a se debater em pânico.

O som das correntes ecoava pela espaçosa mansão.

— Pare de se debater.

A voz de Luana Barbosa soou.

Com as pernas cruzadas, ela estava sentada elegantemente no sofá, com um cigarro entre os dedos.

A fumaça obscurecia a expressão fria e impiedosa em seu rosto.

Atrás dela, uma fileira de seguranças vestidos de preto estava postada.

Ela parecia cada vez mais uma rainha que transitava na zona cinzenta da lei.

— Luana, por que você acorrentou a mamãe? Eu sou sua mãe, Luana. — Disse Mateus Cruz, olhando para ela com ansiedade e pânico.

Luana Barbosa a olhou com indiferença, sua voz suave.

— Por quê? Você não sabe? Quando você foi infectada e como foi infectada? Eu não te disse para não se aproximar de Plínio Ramos? É assim que você ouve o que eu digo?

Mateus Cruz explicou apressadamente.

— Eu não me aproximei de Plínio Ramos, Luana. Eu sempre guardei suas palavras no coração. Foi o Rael, aquele moleque, ele correu para o porão e me arranhou com as unhas. Foi só um cortezinho, pensei que não era nada, que não era nada.

— Ah, Rael...

Luana Barbosa pegou o celular e fez uma ligação.

— Contenham o jovem mestre, a jovem senhorita e a velha senhora. Tragam todos aqui.

As duas crianças ficaram assustadas com a cena e começaram a chorar.

Luana Barbosa franziu a testa, irritada com o barulho, e gritou.

— Calem a boca! Mais um choro e eu mato vocês e jogo para os cachorros.

As crianças, aterrorizadas, taparam a boca com força, encolhendo-se num canto, olhando para Luana Barbosa com os olhos cheios de lágrimas.

O rosto de Mateus Cruz empalideceu instantaneamente, um calafrio percorrendo seu corpo.

— Luana, Luana, eu sou sua mãe, você não pode me abandonar. Luana, não vá, por favor, não tranque a mamãe, por favor? Eu te imploro, mamãe será obediente, mamãe será obediente.

Mateus Cruz estava acorrentada não apenas pelas mãos e pés, mas também pelo pescoço.

Ela tentou rastejar para implorar a Luana Barbosa, mas a corrente era muito curta, puxando seu pescoço, impedindo-a de avançar.

Ela era como um cachorro preso pela coleira, lutando para se arrastar para a frente, mesmo sabendo que não conseguiria, chorando e implorando à filha que amara desde pequena.

Esperava despertar um pingo de afeto em seu coração para que a poupasse.

Era verdadeiramente ridículo e patético.

Isabel Lacerda tremia de medo, seus lábios tremiam antes que ela conseguisse formar uma frase completa.

— Luana, eu não estou infectada, estou saudável, por favor, não tranque a vovó.

Luana Barbosa parou e olhou para ela.

— Você não estava com pena da sua filha? Por que não quer ficar com ela?

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Cinzas de Amor e Glória