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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 833

Nesse momento, do lado de fora da porta, Hugo e Hugo ouviram os gritos de Jessica vindos de dentro da casa, e ambos se assustaram.

O rosto de Hugo mudou drasticamente; ele já ia entrar às pressas, mas Ramiro o segurou com força.

"Hugo, o que você pensa que está fazendo?"

Hugo, ansioso, apontou para a porta e disse:

"A senhora parece estar em perigo."

Ramiro, no entanto, não deu importância:

"O nosso Diretor Martins está lá dentro, que perigo poderia haver? Além disso, o Diretor Martins está gravemente ferido. Se alguém está em perigo, esse alguém é ele. Por que essa preocupação toda?"

Hugo franziu as sobrancelhas:

"Mas eu ouvi ela gritar."

"Gritar... gritar..."

Ramiro quase quis dar um soco em Hugo; achava que já tinha sido sutil o bastante, será que Hugo ainda não tinha entendido?

Queria mesmo que ele falasse claramente?

Ele rangeu os dentes e disse:

"A senhora está gritando, mas você não percebe o motivo? Agora só tem eles dois lá dentro; mesmo que estejam fazendo alguma coisa, é entre marido e mulher. Você nunca teve uma mulher, é? Não entende nem isso? Invadir desse jeito não é apropriado!"

Enquanto falava, mais uma vez a voz de Jessica veio de dentro do quarto, desta vez com uma nota ainda mais delicada e feminina.

Hugo cerrou os punhos.

Ramiro ficou com o rosto vermelho, tossiu levemente e murmurou:

"Ouviu, né? Esse tipo de som só acontece quando estão... você sabe. Não precisa se preocupar, vamos embora."

Hugo respondeu friamente:

"Você sabe que o Diretor Martins foi envenenado e ainda está gravemente ferido. O estado dele não é nada normal, e se ele machucar ela..."

Ramiro o interrompeu, impaciente:

"Eu confio no Diretor Martins, mesmo envenenado, ele continua lúcido. Sobre os ferimentos, justamente porque está sofrendo, ele deve estar tentando se distrair com a esposa. O casal faz o que quiser, isso é problema deles, pare de se intrometer."

O subordinado estranhou, já que seu chefe raramente demonstrava emoções, o que estaria acontecendo hoje?

Hugo lançou-lhe um olhar gelado e falou, ameaçador:

"Com que olhos você me viu aborrecido?"

O olhar parecia capaz de matar, assustando o subordinado, que logo baixou a cabeça.

"Desculpe, senhor. Ah, Sr. Siqueira, não íamos partir ao amanhecer? Já está na hora de irmos?"

Hugo respondeu, impaciente:

"Espere mais um pouco."

O subordinado assentiu respeitosamente:

"Sim, senhor." E então se afastou, aguardando calmamente as próximas ordens de Hugo.

Ao redor, reinava um silêncio absoluto, interrompido apenas pelo som ocasional do vento.

Dentro da casa de pedra, David era atacado violentamente pelo veneno em seu corpo, sua lucidez se esvaindo pouco a pouco.

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