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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 813

Hugo assentiu com a cabeça e, acompanhado pelos demais, seguiu apressado em direção à saída.

Durante o trajeto, o corredor permanecia escuro, impregnado por um cheiro úmido e de decomposição; todos aceleraram o passo, sem trocar mais nenhuma palavra.

À medida que se aproximavam da saída, a luz tornava-se cada vez mais intensa.

Quando finalmente saíram do subsolo, a luz do sol, ofuscante, caiu sobre seus corpos, fazendo com que todos apertassem os olhos.

Ramiro já os aguardava do lado de fora, ansioso. Ao ver o grupo emergir, correu ao encontro deles.

“Diretor Martins, vocês finalmente conseguiram sair!” exclamou Ramiro, emocionado.

Hugo aproximou-se e perguntou a Ramiro: “E o velho?”

O semblante de Ramiro ficou sério, e ele respondeu: “Eu o amarrei ali, estou de olho nele o tempo todo.”

Todos se dirigiram para onde Ramiro indicava; ali estava o velho, amarrado firmemente com uma corda, sentado no chão.

Ao ver o grupo, um lampejo de medo passou pelos olhos do idoso.

Hugo avançou, olhando-o de cima para baixo, e perguntou friamente: “Por que você quis controlar os mecanismos lá embaixo?”

O velho tremia dos pés à cabeça, gaguejando: “Eu... Eu também fui forçado a isso...”

Hugo, furioso, rebateu: “Forçado? Quem te forçou? Seu velho, você quase nos matou!”

Sua voz foi diminuindo até se transformar num suspiro resignado.

David, com o olhar penetrante, fixou-se no velho: “Está mentindo. Se alguém entrou como nós, por que não vi nenhum corpo pelo caminho? Inclusive, dos três que morreram antes de nós, não vimos nem os corpos. Como explica isso?”

Novamente, todos os olhares se voltaram para o velho, que, sentindo o peso da atenção, engoliu em seco e mostrou um lampejo de culpa no rosto.

“Isso... isso eu não sei dizer. Sou apenas o zelador deste mausoléu, cuido deste túmulo e protejo a paz daqui. Agora, quanto às coisas que devoram pessoas lá embaixo, como vou saber? Talvez aquelas criaturas já tenham devorado tudo, nem os ossos restaram.”

David franziu ainda mais a testa, o olhar se tornando cada vez mais profundo, pressionando o velho: “Tem certeza de que são criaturas lá embaixo? E não... pessoas?”

Já desconfiando, David suspeitava que havia algo mais por trás daquilo. O desaparecimento dos corpos era estranho demais, impossível de ser explicado apenas por monstros.

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