David apontou para a parede à frente e disse: “Olhem, aqui há alguns símbolos estranhos, diferentes daqueles que vimos antes.”
Jessica e Hugo se aproximaram, observando atentamente os símbolos na parede.
Aqueles símbolos pareciam uma escrita ancestral, ou talvez padrões misteriosos; de qualquer forma, emanavam uma aura inquietante.
“Será que é mais uma armadilha?” Hugo perguntou em voz baixa.
David franziu a testa e respondeu: “É bem provável, tomem cuidado.”
Dizendo isso, ele começou a estudar cuidadosamente aqueles símbolos, tentando descobrir algum padrão ou uma forma de decifrá-los.
Após um longo momento, ele finalmente estendeu a mão e girou o estranho cadeado de enigmas ao lado, inspirado no famoso “quebra-cabeça baiano”.
Num instante, um estrondo abafado — “boom” — ecoou pelo local, e a parede à frente se abriu lentamente para os lados, levantando uma nuvem de poeira.
Todos ficaram parados e surpresos; ao perceberem que não havia perigo, logo seus rostos se iluminaram de alegria.
Jessica disse: “Finalmente achamos uma nova saída!”
Até Hugo, raramente sorridente, deixou escapar um leve sorriso.
No entanto, mal haviam comemorado, ouviram um farfalhar repentino vindo de não muito longe.
O rosto de Hugo mudou na hora; ele franziu as sobrancelhas e perguntou em voz baixa: “Que barulho é esse?”
Enquanto falava, sacou rapidamente a arma da cintura, apontando para o desconhecido à frente.
No segundo seguinte, uma voz familiar veio da escuridão: “Sou eu!”
Todos ficaram surpresos, trocando olhares.
Jessica perguntou de novo: “E como você achou este lugar? Não encontrou nenhuma armadilha pelo caminho?”
Hugo balançou a cabeça e estava prestes a responder, quando David se adiantou, interrompendo: “Já estamos quase na saída; ele entrou por lá.”
Hugo assentiu, olhando todos com expressão séria: “Eu e Ramiro percebemos que aquele senhor lá fora estava agindo de modo estranho; ele estava escondido na cabana de pedra, controlando as armadilhas daqui de dentro. Então desci o mais rápido que pude.”
“O que está acontecendo? Como assim ele controlava tudo?” Jessica perguntou, surpresa.
Hugo franziu as sobrancelhas: “É uma longa história. Vamos sair daqui primeiro.”
Jessica concordou com a cabeça.
Nesse momento, Hugo olhou para os dois que estavam atrás, encarou David e depois lançou um olhar para Hugo, perguntando: “Vocês se machucaram?”
Hugo resmungou, com frieza: “Não foi grave. Vamos, leve-nos para fora. Se aquele velho ousou me trair, quero sair daqui e acabar com ele!”

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