Ele temia que Hugo realmente se tornasse para sempre a "lua branca" no coração de Jessica, mesmo que ele já não estivesse mais presente.
Pouco tempo depois, os quatro pequenos voltaram segurando sobremesas e tigelinhas.
Cada um deles caminhava cabisbaixo.
"A mamãe disse que está sem apetite, não vai comer." A voz de Daniel soou.
Ao ouvir isso, David franziu ainda mais a testa e disse em seguida: "Deixa aí, se ela sentir fome, vai comer."
Nesse momento, o celular de David tocou. Ele pegou o aparelho e atendeu com precisão.
"Primo, temos uma pista..." A voz de Natan veio do outro lado.
O semblante de David ficou sério.
Em seguida, ouviu Natan continuar: "Eu fiquei seguindo o Duke, que está sempre com a Zoé, finalmente peguei uma oportunidade, esperei ele ficar sozinho, o amordacei e, depois de muita insistência, pressão e ameaças..."
David interrompeu impaciente: "Fale logo o essencial."
Do outro lado, Natan pigarreou: "O essencial é que Duke não vê o filho da Zoé há dez anos, agora nem sabe se ele é alto ou baixo, nem seu nome verdadeiro."
Ele fez uma pausa, e disse com frustração: "O filho da Zoé sempre foi rebelde, usou nome falso justamente para não ser encontrado..."
David respondeu friamente: "Isso não é pista nenhuma, continue procurando."
Assim que terminou, desligou o telefone sem hesitar.
Ouvindo o sinal de ocupado no telefone, Natan ficou parado segurando o aparelho, vendo seu sorriso murchar pouco a pouco.
Iris Jardim se aproximou do galpão segurando uma meia garrafa de água mineral, "O que o primo disse?"
Natan parecia desanimado: "Continuar procurando..."
Iris apertou a tampa da garrafa e franziu a testa: "Mas se nem o Duke tem pistas, como vamos encontrar?"


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